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Angry Birds: Transformers ganha trailer animado no estilo dos anos 80

Angry Birds Transformers, o curioso crossover entre os pássaros zangados e os robôs que se transformam, recebeu um novo trailer apelando para a nostalgia dos anos 80. Aparentemente os pássaros e os porcos terão que unir forças para enfrentar um novo inimigo comum. O lançamento está planejado para 15 de outubro para dispositivos iOS, Android e Windows Phone.
Robôs, lasers e transformações trazem Transformers para o mundo de Angry Birds (Foto: Reprodução)Robôs, lasers e transformações trazem Transformers para o mundo de Angry Birds (Foto: Reprodução)
Inicialmente vemos uma batalha entre os Angry Birds e os porcos verdes, mas isso muda com a entrada de uma nova facção, fazendo com que os rivais se unam contra um novo inimigo comum. O jogo traz também um subtítulo “Pássaros disfarçados de robôs que se disfarçam”, referência ao subtítulo original de Transformers: “robôs disfarçados” (Robots in Disguise).
O trailer ataca pesado na infância de fãs dos Transformers, trazendo toda a estética dos anos 80 e efeitos de imagem para que o vídeo pareça extraído diretamente de uma fita VHS. Para completar, traz ainda música tema feita por Vince DiCola e Kenny Meriedeth, responsáveis pela música tema de Transformers: O Filme, o longa animado de 1986.

REVIEW CARD WARS - ADVENTURE TIME

 Nota: 7.3

Card Wars – Adventure Time é um jogo de cartas com os personagens do desenho animado “Hora de Aventura”. Exclusivo para iOS e Android, o game apresenta divertidas batalhas, decks variados, ótimo visual e modo campanha extenso. Confira a análise.
Personagens do desenho Hora de Aventura se reunem para torneio de carts (Foto: Divulgação)Personagens do desenho "Hora de Aventura" se reunem para torneio de carts (Foto: Divulgação)
Inspirado em um episódio do desenho animado “Hora de Aventura”, Card Wars demonstra o quanto o universo deste desenho é expansivo. O jogo de cartas para Android e iOS não precisou pegar qualquer elemento de outro desenho da Cartoon Network, tudo que é apresentado desde personagens, cartas e magias foi retirado de algum episódio deste desenho animado que esbanja criatividade.

Hora de estratégia

Em Card Wars, você controla cada personagem do desenho como Jake, Finn, Beemo, Marceline e outros. No começo, você tem apenas 15 cartas no deck. Mas novas cartas são adicionadas à medida que o jogador avança.
Cada carta que representa uma criatura possui custo, pontos de ataque e vida. Além disso, algumas cartas podem possuir frases com encantamento. Assim como em Magic: The Gathering, o jogador precisa primeiro colocar um “campo” onde a sua criatura irá atuar. Há criaturas para cada campo e o jogo possui uma boa variedade deles. Por cenário, o jogador pode construir quatro campos diferentes, cada um no formato de “pista”.
Campo de batalha em Card Wars - Adventure Time (Foto: Divulgação)Campo de batalha em Card Wars - Adventure Time (Foto: Divulgação)
Além das cartas de criaturas, Card Wars conta também com cartas de magias e construções. As cartas de magias são auto explicativas, elas são ativadas no momento em que o jogador lança cada uma.
Já as construções, são casas ou palácios que dão atributos positivos aos personagens. Por exemplo, ao colocar a casa em uma pista, a criatura presenta na pista irá recuperar os pontos de vida no final de cada turno.
Mas Card Wars não fica só nisso. Além da estratégia em montar decks e como distribuí-los no campo, há ainda muita estratégia a ser aplicada. Cada pista precisa ser defendida por uma criatura, do contrário, o ataque de um inimigo pode passar direto, acertando o seu personagem. Outra novidade, em relação a jogos de card games, é uma roleta na qual o jogador pode tentar a sorte, podendo contra-atacar ou realizar ataques críticos no inimigo.
Sistema de missões e fases lembra Candy Crush Saga (Foto: Divulgação)Sistema de missões e fases lembra Candy Crush Saga (Foto: Divulgação)
O jogo segue uma estrutura de fases que lembra Candy Crush Saga, com a possibilidade de revisitar todas as fases novamente. Você enfrenta os personagens e depois tem a possibilidade de jogar com eles. Cada personagem conta com um poder especial carrega automaticamente. Para liberar esse poder basta tocar no ícone do personagem durante as batalhas.

Opções variadas e pequenos deslizes

Seguindo uma proposta mais arrojada do que de costume, Card Wars vai além da experiência casual dos outros jogos da Cartoon Network. O jogo oferece opções que aprofundam a experiência como opções de construir cartas, unindo duas cartas e até vender as cartas confeccionadas.
Tudo isso demonstra um esmero na hora de produzir o jogo. Porém, o estúdio derrapou em não oferecer um sistema multiplayer online. É algo evidente em um jogo do gênero. Seria como lançar um Call of Duty nos dias de hoje, com apenas modo single player.
Decks variados e muitas opções de cartas são algumas das qualidades de Card Wars (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)Decks variados e muitas opções de cartas são algumas das qualidades de Card Wars (Foto: Reprodução)
Card Wars foi bastante criticado em seu lançamento no iOS devido os limitadores de energia. Mas recentemente, quando o jogo foi lançado para Android, uma atualização proporcionou um alívio para os jogadores, oferecendo mais corações diariamente. Ainda sim, esse é, de longe, um dos grandes problemas do jogo. Card Wars é um jogo pago, e ele não é barato, custa R$ 8,99. Então não faz muito sentido, o game ficar limitando o jogador e tentando explorar isso com opções de compra embutidas.
A tradução do jogo também deixou a desejar. Além de não contar com a versão dublada dos personagens, em alguns momentos, os textos ficam confusos, com o jogo apresentando algumas informações em inglês e outras em português.
No Android, o jogo é incompatível com alguns aparelhos. Então para não ficar sem jogar, recomendamos testar o jogo logo após comprar, caso ele não funcione como deveria peça o reembolso. Mas o período para testes é curto, apenas 15 minutos.

Conclusão

Card Wars – Adventure Time é um jogo de cartas que envolve estratégia e raciocínio, mas tudo em um tom de brincadeira e aventura, capturando o espírito do desenho animado. A localização para o português deixou a desejar e alguns modos como Vs online fizeram bastante falta. Mas o maior pecado do jogo é oferecer limitadores no estilo “freemium”, mesmo que o jogo custe R$ 8,99.

Review Dragon Quest 8

Dragon Quest 8: Journey of the Cursed King é a adaptação de um clássico do PlayStation 2 para Android e iOS. A lendária franquia de jogos de RPG, Dragon Quest, que tem participação de Akira Toriyama, criador de Dragon Ball Z, chegou aos smartphones e tablets de forma surpreendente. Com gráficos idênticos a versão para consoles de videogames, Dragon Quest VIII é um RPG com jogabilidade clássica, cuja principal qualidade é manter o jogador entretido por muitas horas.
Dragon Quest é uma série de RPG que conta com a participação do criador de Dragon Ball Z (Foto: Divulgação)Dragon Quest é uma série de RPG que conta com a participação do criador de Dragon Ball Z (Foto: Divulgação)

Visual impecável e cativante

A série de jogos de RPG Dragon Quest não é tão conhecida no ocidente quanto Final Fantasy, o que é uma baita injustiça. Curiosamente, Dragon Quest é anterior à Final Fantasy, tendo seu início em 1986, um ano antes de Final Fantasy chegar as prateleiras.
Foi um dos primeiros projetos da Enix, isso muito anos antes da fusão com a Squaresoft, dando origem a empresa que hoje detém essas duas franquias, a Square-Enix. No Japão, Dragon Quest é tão aclamado quanto Final Fantasy, o que já rendeu várias obras paralelas como mangás, animes, brinquedos e muito mais.
Por problemas de marca registrada, a série Dragon Quest nunca teve o tratamento que merecia no ocidente, acentuado pelo fato de não apostar tanto no visual como a “rival” Final Fantasy. Dos sete jogos anteriores a Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King, apenas cinco chegaram ao ocidente e ainda com o nome trocado para “Dragon Warrior”.
Mas desde 2005, a série “renasceu” no ocidente, adotando o nome original e apostando em gráficos tridimensionais que se assemelhassem aos animes, utilizando a técnica Cel shading. Ficando a cargo de estúdio Level-5, Dragon Quest VIII finalmente conseguiu a repercussão que merecia, recebendo até uma conversão para Android e iOS. O game é praticamente idêntico ao do PS2, mantendo a qualidade gráfica, mas perdendo alguns efeitos visuais e, mas notadamente, a dublagem nos diálogos.
Dragon Quest VIII é o mesmo jogo que foi lançado em 2005 para Playstation 2 (Foto: Divulgação)Dragon Quest VIII é o mesmo jogo que foi lançado em 2005 para Playstation 2 (Foto: Divulgação)
Na história de Dragon Quest VIII, o jogador controla um herói sem nome. Sua missão é ajudar uma princesa e seu pai, o rei, que foram transformados em um cavalo e um monstro, respectivamente. Para quebrar o encanto, é preciso derrotar o mago que o fez (supostamente). Com a ajuda de Yangus, os quatro partem em uma jornada pelo vasto mundo do jogo.
Com um enredo repleto de candura, Dragon Quest VIII cativa a criança interior de qualquer um. O que reforça ainda mais essa impressão, é o character design que ficou a cargo do mangaká Akira Toriyama. Por isso, os personagens do jogo não podem ser descritos como nada menos que fantásticos. Carismáticos e repletos de cores vibrantes, os personagens do jogo chama a atenção do jogador. Tudo isso, torna Dragon Quest VIII um dos RPGs para Android e iOS mais visivelmente gratificantes.

RPG em turnos, clássico ao extremo

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King conta, apesar do visual renovado, com uma jogabilidade extremamente nostálgica. Trata-se de um RPG com combates em turnos e curva de dificuldade elevada, que demandará muitas horas para evoluir os personagens. O jogo não possui com sistema de classes, mas detém um sistema de habilidades, cuja distribuição dos pontos pelo menu de habilidades, possibilita adquirir novos poderes e magias.
O começo da aventura é um pouco complicado, pois o game irá exigir paciência do jogador que não está acostumado ao fracasso. Também é exigido uma atenção especial aos diálogos, pois Dragon Quest VIII não apresenta nenhum tipo de dica, marcador para orientar o jogador. Caso não preste atenção, o jogador ficará perdido facilmente.
Dragon Quest 8  (Foto: Divulgação)Dragon Quest 8 (Foto: Divulgação)
Nos combates, Dragon Quest VIII também apresenta vários elementos que remetem diretamente aos primeiros jogos da franquia. No início, você não está superpoderoso como na maioria dos RPGs atuais. Você começa com golpes simples, que tiram apenas alguns pontos de energia dos inimigos. Já os inimigos, podem desferir golpes com quase a mesma intensidade, fato este que obriga o jogador a comprar muitas ervas de cura e visitar estalagens várias vezes.
Como um bom RPG, seu grupo começa pequeno e vai aumentando a medida que a história se desenrola. Além dos quatro personagens principais: O héroi, Yangus, Jessica e Angelo. Vários personagens secundários serão adicionados de forma momentânea, esses personagens geralmente importantes na história, devem ser levados de um lugar para outro.
Talvez um dos únicos diferenciais do jogo Dragon Quest VIII é o sistema de Dia e Noite. Apesar do recurso já ter sido utilizado em outros games, aqui algumas missões e principalmente lojas da cidade só funcionarão durante o dia. Também é possível notar que a noite, os monstros são um pouco mais fortes do que durante o dia.
Controles estranhos são uma das únicas deficiências do jogo (Foto: Divulgação)Controles estranhos são uma das únicas deficiências do jogo (Foto: Divulgação)
Em um certo ponto do jogo, o jogador irá receber um pote de alquimia. Esse pote permitirá combinar itens. Algumas combinações demoram bastante tempo. Para encontrar dicas de como fazer as combinações, o jogador deverá recorrer a vários livros e panfletos escondidos.
Dragon Quest VIII ainda conta com um modo arena escondido. Nele, o jogador pode utilizar monstros, derrotados durante o jogo, em combates em uma arena. Contudo, esse modo é mais dedicado a diversão e não tem impacto direto no desenrolar do game.

Comandos e estilo de visualização polêmicos

Algumas coisas pesam negativamente contra esse clássico. Embora seja indiscutível sua qualidade no PS2, nos smartphones e tablets, muitas pessoas não gostaram do modo como visualizar o jogo. O modelo de visualização adotado foi com o celular ou tablet na posição vertical.
Em um smartphone, esse tipo de jogabilidade até faz sentido, mas em um tablet, para um RPG, é algo bastante cansativo, devido a sessões de jogo demoradas. Visivelmente, o jogo não aproveita o tamanho da tela dos tablets e tudo parece grande demais.
Os controles também são bastante deficientes. Alguns menus são confusos, e precisam de atenção extra no começo do jogo. Leva um tempo até se acostumar aos comandos de Dragon Quest VIII, e não estamos falando de pouco tempo.
Visual de cair o queixo (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)Visual de cair o queixo (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)

Jornada longa

Seguindo apenas os eventos principais, Dragon Quest VIII irá consumir facilmente 50 horas da sua vida. Para completar tudo que há no game, serão necessárias outras 50. Longe de ser maçante, essa longa aventura demonstra que o jogo se paga muito bem.
Mas o começo poderá enganar jogadores que buscam uma diversão casual, Isso por que as batalhas são aleatórias e no começo, você deverá cobrir todas as distâncias a pé. Mas lá pelas três horas de jogo, já é possível adquirir a magia “Zoom” do seu herói, que possibilitará voar de um lugar para outro, economizando muito tempo.

Conclusão

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King é um jogo que só pode ser criticado pelos controles e modo de visualização, nunca pelo seu preço. Clássico em cada elemento presente na tela, o game é uma prova de que jogos de RPG são excelentes nos smartphones e a nova geração de aparelhos já está pronta para mais clássicos do PlayStation 2.


Tutorial: Como Fazer Fogos de Artifício no Minecraft

Minecraft é um jogo de mundo aberto para Windows, Mac, Xbox 360, PlayStation 3, Android e iOS onde o jogador possui inúmeras possibilidades, que variam desde embarcar em uma jornada épica para derrotar os inimigos do jogo à se tornar um grande construtor. Dentre os itens presentes, podemos encontrar os fogos de artifício, que podem ser “crafitados” pelo usuário para que adquira características distintas. Neste tutorial você conhecerá os diversos tipos de fogos de artifício e aprenderá como fazê-los:
fogos-minecraft-inicio-2Faça a sua própria queima de fogos no Réveillon no Minecraft (Foto: Chriskalos)
Passo 1: A primeira coisa a saber é como se faz um foguete de fogos de artifício. Eles são feitos a partir de um foguete simples, que pode ser produzido com pólvora e papel. Vale lembrar que este fogos inicial não explodirá, pois faltam elementos que darão tal propriedade a ele.
passo-1-craft-fogueteIncremente seu foguete com cores e formas para fazer uma explosão incrível (Foto: Reprodução)
Passo 2: Para fazer com que o fogos explodam será preciso uma “Estrela de fogos de artifício”. Tal item pode ser feito com pólvora e qualquer tipo de elemento que dê cor aos objetos, tais como tinta produzida a partir de flores, cactos, lulas ou lápis-lazúli. A cor escolhida determinará como serão os fogos;
passo-2-craft-estrelasCores claras se destacam melhor no céu durante a noite (Foto: Reprodução)
Passo 3. Com a estrela pronta com a cor desejada, coloque-a na bancada de trabalho junto com a pólvora e com o papel;
passo-3-craft-fogos-prontoNeste tipo de craft não importa a posição dos ítens, pois o resultado será o mesmo (Foto: Reprodução)
Esta é a forma básica dos fogos de artifício, contudo, eles podem ser incrementados com cores, formas diferentes, customização da altura, etc.
Mudando a altura da explosão
Para fazer com que a altura de explosão seja mais alta, basta mudar a quantidade de pólvora adicionada na hora de criar o seu foguete. Com apenas uma pólvora, ele chegará ao nível 1, o mais baixo, com duas irá ao nível 2 e três ao nível 3, o mais alto. Quanto mais pólvora, mais altura e tempo de voo seu foguete ganhará.
altura-polvora-passosO nível 1 sobe aproximadamente 12 blocos, o 2 cerca de 23 e o 3 sobe cerca de 40 (Foto: Reprodução)
Fogos de artifício coloridos
Os fogos não precisam ter apenas uma cor, eles podem explodir com todas as cores que você desejar. Para isso, basta adicionar os corantes desejados na hora de criar a sua estrela, misturando-os a pólvora e em seguida criar os fogos normalmente. Assim, a explosão acontecerá com todas as cores escolhidas.
fogos-coloridoMisture as cores e tenha efeitos mais interessantes (Foto: Reprodução)
Fogos em forma de estrela
As explosões podem ter diversas formas. Para fazer a estrela, basta colocar uma pepita de ouro no momento em que for criá-la.
fogos-estrelaFórmula do fogos de artifício em forma de estrela e sua explosão (Foto: Reprodução)
Fogos de artifício com rastro
Ao adicionar um diamante na fórmula da estrela de fogos de artifício, você notará que a explosão ficará mais brilhante e formará um rastro com seus brilhos;
fogos-rastroFórmula do fogos com rastro na bancada de trablho e o resultado da explosão (Foto: Reprodução)
Fogos de artifício cintilantes
Para obter um efeito de pequenas explosões cintilantes, depois da explosão principal, como pisca-pisca, adicione um Pedra Luminosa na fórmula da Estrela de Fogos de Artifício.
fogo-cintilanteNão é possível visualizar muito bem este efeito em uma foto estática, mas, o resultado fica muito bonito e parecido com o real (Foto: Reprodução)
Fogos de artifício com bola grande
Sua explosão também pode formar uma bola maior ao acrescentar uma “Bola de Fogo” no momento de fazer a estrela, formando assim uma grande explosão.
fogos-bola-grandePara fazer a bola de fogo, junte carvão, pó de Blaze e pólvora (Foto: Reprodução)
Fogos com explosão pequena
Para ter um estouro menor, basta acrescentar uma pena na fórmula de criação da estrela.
fogos-estouro-pequenoFórmula da estrela de estouro pequeno e sua explosão (Foto: Reprodução)
Fogos de artificio em forma de Creeper
Um dos efeitos mais interessantes é o de cabeça de Creeper. Para fazer seus fogos de artifício explodirem no formato do rosto de um dos bichos mais temidos do jogo, basta acrescentar a cabeça de qualquer mob na fórmula da estrela.
fogos-creeperAs cabeças só podem ser conseguidas através do modo criativo, contudo, é possível conseguir uma cabeça de Esqueleto Wither matando um no Nether (Foto: Reprodução)
Fogos de artifício com efeitos combinados
Você ainda pode combinar vários tipos de efeitos para produzir uma explosão única e diferente. Vale lembrar que efeitos que possuam resultados parecidos ou conflitantes não podem ser combinado, como é o caso da pena e da bola de fogo, por exemplo.
fogos-misturadoExplosão do fogos de artifício de esfera grande amarela, vermelha, magenta e azul clara com rastro (Foto: Reprodução)
Por fim, para finalmente poder soltar seus fogos de artifício, basta mirar no chão, selecioná-los e clicar com o botão direito. Ou então usar um ejetor, neste caso, é possível fazer com que as explosões sejam promovidas de longe com a ajuda de repetidores e pedras vermelhas.

Razer lança app de chat e mensagem para gamers com Android

A Razer lançou o Comms para Android , um aplicativo de bate-papo entre gamers. O software se torna uma espécie de extensão do serviço já oferecido em desktops, permitindo que os usuários conversem mesmo enquanto estão longe dos teclados.
Razer Comms chegou ao Android (Foto: Divulgação)Razer Comms é lançado para os dispositivos Android (Foto: Divulgação/Google Play)
O app Comms é bem útil, tanto durante o jogo, para não ter que alternar entre diversas janelas no computador, como também para saídas rápidas, causando uma pausa ou ausência no game, sem tempo de avisar no próprio PC.
Há ainda o caminho inverso no aplicativo. Quando o usuário estiver no meio do jogo e seu smartphone, com o app instalado, receber uma chamada ou mensagem de texto, ele vai poder ignorar, recusar e até mandar respostas automáticas diretamente pelo computador. Assim não é necessário interromper o game.
Com uma interface bastante simples, o Razer Comms permite que o usuário adicione os amigos que também usam o serviço. É possível conversar com eles individualmente ou por meio de grupos, recurso ideal para 

Where’s my water: confira as melhores dicas e saiba como jogar o game

O Where’s My Water, game da Disney em que o usuário precisa abrir caminho para a água chegar até o chuveiro de um simpático jacaré que quer tomar banho, é um grande sucesso tanto para dispositivos com Android quanto para iOS. Neste tutorial, o Tudo Sobre Jogos vai dar dicas interessantes para você aprender a se divertir da melhor maneira possível no jogo.
Where’s My Water? (Foto: reprodução)Where’s My Water? (Foto: reprodução)

Objetivos e comandos básicos
A cada fase, há um encanamento bloqueado por um grande caminho de terra, onde a água não chega. Seu objetivo é, deslizando os dedos, tirar a sujeira do caminho e levar a água até o cano, fazendo com que o jacaré consiga tomar banho. No caminho, há patos de borracha. Tente fazer com que a água passe e pegue-os também, para ganhar mais pontos.
Objetivo do jogo é levar água ao jacaré (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Objetivo do jogo é levar água ao jacaré (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Não se desespere e economize água
Olhe sempre o caminho antes de tirar a sujeira. Não vá no impulso. Estudar o cenário é fundamental. Você pode ir com muita sede atrás de um pato para os bônus e acabar desperdiçando água que seria vital para concluir o estágio. Nem sempre o jacaré precisa de toda a água do cenário.
Portanto, a economia é fundamental. Pense que você pode desperdiçar um pouquinho para pegar o pato de borracha que está um pouco fora do caminho, mas faça cálculos precisos e não gaste toda a água só no jacaré ou só nos patos. É preciso balancear.
Note que ele não precisa de toda a água (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Note que ele não precisa de toda a água (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Cave de baixo para cima e use mais de um dedo
O normal é cavar de cima para baixo, para ir abrindo espaço. Porém, de baixo para cima, nos níveis em que é possível fazer isso, você ganha melhor noção de espaço e do caminho que a água irá fazer antes de ela começar a cair. É uma alternativa ótima para quem tem dificuldades em controlar o movimento da água.
É possível deslizar mais um dedo na tela. Então, quando já tiver sua trajetória definida, faça isso. Deslize em lugares diferentes para a remoção da terra ir mais rápido. Isso lhe dará pontos de bônus por menos tempo para completar o cenário.
Seja rápido e desbloqueie mais fases (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Seja rápido e desbloqueie mais fases (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Não faça cortes grandes e colete o máximo de patos
Evite deslizar o dedo em espaços grandes – a menos, claro, que tenha total certeza de que a água vai para o lugar certo. Muitas vezes, em fases com maior dimensão, você tem a impressão de que ela vai para uma direção e acaba indo na outra. Faça cortes pequenos, confira se é mesmo o que você está pensando, e só depois vá com tudo. É mais prudente e eficiente.
 Quanto mais patos de borracha você coletar, mais o Where’s My Water vai ficar divertido. Afinal, pegando estes brinquedinhos você vai, conforme os níveis vão passando, desbloqueando diversos desafios – como jogar o mesmo nível de cabeça para baixo – e novos patos, decorados de maneira diferente.
Colete todos os patos (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Colete todos os patos (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Jogue o mesmo nível várias vezes e esteja atento à barra de energia
Os patos são fundamentais também para que seja possível desbloquear novos níveis. Portanto, caso não consiga todos de um nível, jogue a fase novamente e tente coletá-los. Assim, você não precisará se desesperar e correr atrás quando precisar para desbloquear as missões seguintes.
Where’s My Water 2 tem uma barra de energia e, por ser gratuito, ela limita o número de fases que você pode jogar em um determinado tempo. Para aumentar, só pagando, ou esperando. Portanto, fique sempre atento à barra que fica na parte superior do menu, para saber o quanto você ainda pode jogar.
Confira a sua energia (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Confira a sua energia (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Pegue os colecionáveis - Algumas fases tem pequenos colecionáveis escondidos – eles nada mais são do que bonecos representando personagens, como duendes, por exemplo. Eles ficam escondidos na sujeira. Limpe-a sempre, mesmo que não esteja a princípio no seu caminho, para procurar.
Fonte:TechTudo

Candy Crush Saga ou ZooKeeper Battle? Comparamos os dois 'viciantes' jogos

Candy Crush Saga é um dos aplicativos de jogo mais populares tanto para smartphones e tablets Android, quanto para dispositivos iOS. A premissa simples do game está sendo comparada a um outro aplicativo que começou a se popularizar: o ZooKeeper Battle. Mas, afinal, quais são as semelhanças e as diferenças entre os dois?
Tanto Candy Crush Saga quanto ZooKeeper Battle combinam peças em um tabuleiro (Foto: Reprodução)Tanto Candy Crush Saga quanto ZooKeeper Battle combinam peças em um tabuleiro (Foto: Reprodução)
O Candy Crush propõe um jogo em que doces com diferentes cores e formas são combinados em um tabuleiro. É preciso formar grupos de pelo menos três doces iguais na horizontal ou na vertical. O objetivo do jogo muda a cada fase: em algumas é preciso fazer apenas certo número de pontos, em outras é preciso acabar com uma cobertura de plástico nas casas e assim por diante.
ZooKeeper Battle também propõe a combinação de peças em um tabuleiro de três em três na horizontal ou na vertical. No entanto, o jogo oferece uma competição online, em que o usuário desafia um amigo ou um participante aleatório. Cada jogador tem como avatar um animal (panda, macaco, leão…) e joga contra o avatar do adversário. As combinações feitas no tabuleiro, no curto espaço de 30 segundos, são convertidas em golpes contra o outro.
Em cada partida, os dois jogadores realizam suas jogadas no tabuleiro de ZooKeeper Battle, em que as peças são animais e não doces. Há dois grupos de animais, um representa golpes de ataque e outro, golpes de defesa. Ao final dos 30 segundos de combinações, o aplicativo recolhe as informações dos dois jogadores e promove uma batalha entre os avatares baseada no número de golpes de cada tipo ativados pelos usuários. Cada vez que o avatar é atingido por um golpe, sua barra de vida diminui. O jogo acontece em alguns rounds, até que um dos jogadores seja derrotado.
Zookeeper Battle (Foto: Divulgação)Zookeeper Battle (Foto: Divulgação)
A grande diferença do ZooKeeper Battle para o Candy Crush é que o primeiro é um jogo de competição. Não basta fazer muitas combinações, é preciso se sair melhor que o adversário e em um tempo muito curto. Por outro lado, o ZooKeeper Battle não demanda grande estratégia de jogo, justamente pela questão do tempo. Na maioria das fases de Candy Crush, o usuário tem bastante tempo para analisar o tabuleiro e fazer a melhor jogada, já prevendo as posições que os doces assumirão a seguir.
Apesar de mecanismos de jogo parecidos, os dois aplicativos têm objetivos bem diferentes. Candy Crush é um aplicativo que privilegia mais a estratégia e os desafios lógicos. Trata-se de um jogo mais lento, que demanda tempo em cada fase e movimentos pensados. Enquanto isso, ZooKeeper Battle exige mais da percepção, dos reflexos e do raciocínio rápido do usuário.
Uma das vantagens de Candy Crush Saga é o design. A interface é bem mais apurada e tem um acabamento superior, além de ser bastante lúdica e atraente. ZooKeeper Battle tem um design menos trabalhado e a impressão é de que as imagens estão mais chapadas na tela.
Candy Crush Saga (Foto: Divulgação)Candy Crush Saga (Foto: Divulgação)
ZooKeeper Battle tem a seu favor a possibilidade de se jogar em rede, seja com um amigo ou um usuário aleatório. Esse recurso define a dificuldade do jogo. O usuário pode se deparar com um jogador muito mais experiente que já tenha jogado o triplo de partidas e destravado algumas ferramentas de jogo, ou jogar com um amigo iniciante no desafio.
Os dois aplicativos tem uma premissa simples e interessante. Ambos apresentam bons recursos e excelente desempenho. E o ponto mais importante que eles têm em comum é que tanto Candy Crush Saga quanto Zookeeper Battle são extremamente viciantes.
Via: http://www.techtudo.com.br

Review: Velozes e Furiosos 6 O Jogo traz os rachas do cinema para seu celular

Velozes e Furiosos 6: O Jogo traz para iOS e Android a adrenalina dos rachas do sexto filme da franquia de sucesso no cinema. Até agora poucos jogos inspirados nos filmes chegaram às prateleiras, e os que o fizeram não foram bem recebidos. Porém, desta vez a produtora Kabam, em parceria com o estúdio Universal, resolveu lançar o novo título gratuitamente em plataformas móveis. Leia abaixo nossas impressões sobre o game:
Fast & Furious 6: The Game (Foto: Divulgação)Velozes e Furiosos 6: O Jogo (Foto: Divulgação)
É importante frisar que Velozes e Furiosos 6: O Jogo é um game gratuito e só por isso já merece algum crédito. É claro que sua principal intenção é promover o filme, mas nem por isso ele deve ser considerado um jogo dispensável. Pelo contrário, ele é divertido nos pontos certos e que mais interessam.
O título se preocupa em agradar a todos, oferecendo um desafio que pode ter um certo nível de dificuldade, mas que pode ser encarado por qualquer tipo de jogador. Basicamente, você vai disputar por aí alguns rachas contra os nomes mais famosos dos filmes, ganhando dinheiro para conseguir novos carros e equipamentos para seus veículos já adquiridos.
Fast & Furious 6: The Game (Foto: Divulgação)Velozes e Furiosos 6: O Jogo (Foto: Divulgação)
Graças a esta premissa, o jogo apresenta a participação de diversos personagens da série de filmes, como Brian, Tej e Roman. Isso é até bom, já que te deixa dentro do universo cinematográfico, sem apenas usar o nome da série ou apresentar um game que não tem qualquer relação com o produto em que se inspirou.
Mas e quanto à jogabilidade? Citamos que ela é simples – e é mesmo. Você precisa apenas ter o “timming” certo na hora de acelerar o veículo, quando for dada a largada, trocar de marcha e, em alguns casos, até frear de forma correta. O objetivo é ir de um ponto ao outro da pista e chegar antes de seu adversário, de preferência com bastante tempo de diferença, para ganhar mais pontos.
Fast & Furious 6: The Game (Foto: Divulgação)Velozes e Furiosos 6: O Jogo (Foto: Divulgação)
Em outros casos a jogabilidade vai variar um pouco, mas só um pouco, quando chegam as corridas com drift. Elas funcionam da exata forma dos rachas, mas com uma básica diferença: no lugar do botão de marcha que surge na tela, o jogador vai precisar usar o botão para deslizar nos momentos certos. Quanto melhor ou maior o drift, mais pontos.
O grande problema do jogo é seu modelo Freemium. No caso, é possível jogar sem gastar um centavo, mas desta forma o processo para a aquisição de mais carros demora demais. Para acelerar o processo o jogador pode pagar para habilitar os automóveis, com preços que variam entre R$ 6 e R$ 200. Pois é, um valor que pode ser considerado até mesmo mais alto do que o preço comum de jogos de console – em termos de lançamento.
Fast & Furious 6: The Game (Foto: Divulgação)Velozes e Furiosos 6: O Jogo (Foto: Divulgação)
Mas, apesar deste contra, Velozes e Furiosos 6: O Jogo agrada. Além da jogabilidade simples, o título também tem gráficos muito bonitos e uma câmera fluida, que beira os 60 quadros por segundo. O que cria um bom efeito nas corridas, principalmente nos trechos de drift.
Conclusão
Velozes e Furiosos 6: O Jogo não faz feio ao ser um produto voltado para promover o filme, mas também agrada quem procura uma diversão simples e rápida no seu dispositivo iOS ou Android. É claro as transações com dinheiro real deixarão alguns fãs descontentes, mas é possível aproveitar bastante do game sem gastar nada.

Fonte: http://www.techtudo.com.br

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