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Review Dragon Quest 8

Dragon Quest 8: Journey of the Cursed King é a adaptação de um clássico do PlayStation 2 para Android e iOS. A lendária franquia de jogos de RPG, Dragon Quest, que tem participação de Akira Toriyama, criador de Dragon Ball Z, chegou aos smartphones e tablets de forma surpreendente. Com gráficos idênticos a versão para consoles de videogames, Dragon Quest VIII é um RPG com jogabilidade clássica, cuja principal qualidade é manter o jogador entretido por muitas horas.
Dragon Quest é uma série de RPG que conta com a participação do criador de Dragon Ball Z (Foto: Divulgação)Dragon Quest é uma série de RPG que conta com a participação do criador de Dragon Ball Z (Foto: Divulgação)

Visual impecável e cativante

A série de jogos de RPG Dragon Quest não é tão conhecida no ocidente quanto Final Fantasy, o que é uma baita injustiça. Curiosamente, Dragon Quest é anterior à Final Fantasy, tendo seu início em 1986, um ano antes de Final Fantasy chegar as prateleiras.
Foi um dos primeiros projetos da Enix, isso muito anos antes da fusão com a Squaresoft, dando origem a empresa que hoje detém essas duas franquias, a Square-Enix. No Japão, Dragon Quest é tão aclamado quanto Final Fantasy, o que já rendeu várias obras paralelas como mangás, animes, brinquedos e muito mais.
Por problemas de marca registrada, a série Dragon Quest nunca teve o tratamento que merecia no ocidente, acentuado pelo fato de não apostar tanto no visual como a “rival” Final Fantasy. Dos sete jogos anteriores a Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King, apenas cinco chegaram ao ocidente e ainda com o nome trocado para “Dragon Warrior”.
Mas desde 2005, a série “renasceu” no ocidente, adotando o nome original e apostando em gráficos tridimensionais que se assemelhassem aos animes, utilizando a técnica Cel shading. Ficando a cargo de estúdio Level-5, Dragon Quest VIII finalmente conseguiu a repercussão que merecia, recebendo até uma conversão para Android e iOS. O game é praticamente idêntico ao do PS2, mantendo a qualidade gráfica, mas perdendo alguns efeitos visuais e, mas notadamente, a dublagem nos diálogos.
Dragon Quest VIII é o mesmo jogo que foi lançado em 2005 para Playstation 2 (Foto: Divulgação)Dragon Quest VIII é o mesmo jogo que foi lançado em 2005 para Playstation 2 (Foto: Divulgação)
Na história de Dragon Quest VIII, o jogador controla um herói sem nome. Sua missão é ajudar uma princesa e seu pai, o rei, que foram transformados em um cavalo e um monstro, respectivamente. Para quebrar o encanto, é preciso derrotar o mago que o fez (supostamente). Com a ajuda de Yangus, os quatro partem em uma jornada pelo vasto mundo do jogo.
Com um enredo repleto de candura, Dragon Quest VIII cativa a criança interior de qualquer um. O que reforça ainda mais essa impressão, é o character design que ficou a cargo do mangaká Akira Toriyama. Por isso, os personagens do jogo não podem ser descritos como nada menos que fantásticos. Carismáticos e repletos de cores vibrantes, os personagens do jogo chama a atenção do jogador. Tudo isso, torna Dragon Quest VIII um dos RPGs para Android e iOS mais visivelmente gratificantes.

RPG em turnos, clássico ao extremo

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King conta, apesar do visual renovado, com uma jogabilidade extremamente nostálgica. Trata-se de um RPG com combates em turnos e curva de dificuldade elevada, que demandará muitas horas para evoluir os personagens. O jogo não possui com sistema de classes, mas detém um sistema de habilidades, cuja distribuição dos pontos pelo menu de habilidades, possibilita adquirir novos poderes e magias.
O começo da aventura é um pouco complicado, pois o game irá exigir paciência do jogador que não está acostumado ao fracasso. Também é exigido uma atenção especial aos diálogos, pois Dragon Quest VIII não apresenta nenhum tipo de dica, marcador para orientar o jogador. Caso não preste atenção, o jogador ficará perdido facilmente.
Dragon Quest 8  (Foto: Divulgação)Dragon Quest 8 (Foto: Divulgação)
Nos combates, Dragon Quest VIII também apresenta vários elementos que remetem diretamente aos primeiros jogos da franquia. No início, você não está superpoderoso como na maioria dos RPGs atuais. Você começa com golpes simples, que tiram apenas alguns pontos de energia dos inimigos. Já os inimigos, podem desferir golpes com quase a mesma intensidade, fato este que obriga o jogador a comprar muitas ervas de cura e visitar estalagens várias vezes.
Como um bom RPG, seu grupo começa pequeno e vai aumentando a medida que a história se desenrola. Além dos quatro personagens principais: O héroi, Yangus, Jessica e Angelo. Vários personagens secundários serão adicionados de forma momentânea, esses personagens geralmente importantes na história, devem ser levados de um lugar para outro.
Talvez um dos únicos diferenciais do jogo Dragon Quest VIII é o sistema de Dia e Noite. Apesar do recurso já ter sido utilizado em outros games, aqui algumas missões e principalmente lojas da cidade só funcionarão durante o dia. Também é possível notar que a noite, os monstros são um pouco mais fortes do que durante o dia.
Controles estranhos são uma das únicas deficiências do jogo (Foto: Divulgação)Controles estranhos são uma das únicas deficiências do jogo (Foto: Divulgação)
Em um certo ponto do jogo, o jogador irá receber um pote de alquimia. Esse pote permitirá combinar itens. Algumas combinações demoram bastante tempo. Para encontrar dicas de como fazer as combinações, o jogador deverá recorrer a vários livros e panfletos escondidos.
Dragon Quest VIII ainda conta com um modo arena escondido. Nele, o jogador pode utilizar monstros, derrotados durante o jogo, em combates em uma arena. Contudo, esse modo é mais dedicado a diversão e não tem impacto direto no desenrolar do game.

Comandos e estilo de visualização polêmicos

Algumas coisas pesam negativamente contra esse clássico. Embora seja indiscutível sua qualidade no PS2, nos smartphones e tablets, muitas pessoas não gostaram do modo como visualizar o jogo. O modelo de visualização adotado foi com o celular ou tablet na posição vertical.
Em um smartphone, esse tipo de jogabilidade até faz sentido, mas em um tablet, para um RPG, é algo bastante cansativo, devido a sessões de jogo demoradas. Visivelmente, o jogo não aproveita o tamanho da tela dos tablets e tudo parece grande demais.
Os controles também são bastante deficientes. Alguns menus são confusos, e precisam de atenção extra no começo do jogo. Leva um tempo até se acostumar aos comandos de Dragon Quest VIII, e não estamos falando de pouco tempo.
Visual de cair o queixo (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)Visual de cair o queixo (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)

Jornada longa

Seguindo apenas os eventos principais, Dragon Quest VIII irá consumir facilmente 50 horas da sua vida. Para completar tudo que há no game, serão necessárias outras 50. Longe de ser maçante, essa longa aventura demonstra que o jogo se paga muito bem.
Mas o começo poderá enganar jogadores que buscam uma diversão casual, Isso por que as batalhas são aleatórias e no começo, você deverá cobrir todas as distâncias a pé. Mas lá pelas três horas de jogo, já é possível adquirir a magia “Zoom” do seu herói, que possibilitará voar de um lugar para outro, economizando muito tempo.

Conclusão

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King é um jogo que só pode ser criticado pelos controles e modo de visualização, nunca pelo seu preço. Clássico em cada elemento presente na tela, o game é uma prova de que jogos de RPG são excelentes nos smartphones e a nova geração de aparelhos já está pronta para mais clássicos do PlayStation 2.


The Witcher 3: esperado game para PC, PS4 e Xbox One é adiado novamente

The Witcher 3: Wild Hunt foi adiado para fevereiro de 2015, anunciou o estúdio polonês CD Projekt, responsável pelo desenvolvimento do jogo. O game, muito esperado pelos fãs de RPG, estava planejado para chegar ao mercado no fim de 2014 para PC, PlayStation 4 e Xbox One. 
The Witcher 3: Wild Hunt foi adiado para fevereiro de 2015. (Foto: Divulgação)The Witcher 3: Wild Hunt foi adiado para fevereiro de 2015. (Foto: Divulgação)
 “A decisão que tomamos foi difícil, cuidadosamente considerada, e, no fim, clara e óbvia. Nós poderíamos ter lançado o jogo no fim desse ano como o plano inicial. Mas, concluímos que alguns meses a mais nos permitiriam alcançar a qualidade que nos deixará satisfeitos, a qualidade que os jogadores esperam de nós”, disse a empresa no anúncio oficial.
A franquia The Witcher é baseada na série de livros homônima criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. The Witcher 3: Wild Hunt terá um mundo 30 vezes maior do que o game anterior e 20% maior do que o gigantesco The Elder Scrolls V: Skyrim, e será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Might & Magic: Clash of Heroes será o próximo jogo gratuito do Xbox 360


Might and Magic: Clash of Heroes será o próximo jogo de Xbox 360 oferecido gratuitamente pela promoção Games with Gold. O título estará disponível para assinantes da Xbox Live a partir do dia primeiro de outubro, segundo a prórpia Microsoft.
Might and Magic: Clash of Heroes estará disponível a partir de outubro (Foto: Reprodução)Might and Magic: Clash of Heroes estará disponível a partir de outubro (Foto: Reprodução)
Clash of Heroes, produzido pela Ubisoft, é um RPG da franquia Might and Magic que utiliza um inovador sistema dinâmico de combate baseado na mecânica de quebra-cabeça em que os jogadores exploraram mapas detalhados, repletos de de cavaleiros, elfos, magos, necromantes e demônios. Espalhados por cinco diferentes regiões de Ashan, cinco heróis especial devem viajar por caminhos perigosos com o intuito de salvar o mundo do caos.
Enquanto Clash of Heroes não fica disponível, os jogadores podem baixar gratuitamente até o dia 30 de setembro o game Tom Clancy’s Rainbow Six: Vegas, também da Ubisoft. O título é um FPS tático (tiro em primeira pessoa) em que o herói enfrenta terroristas espalhados por Las Vegas em diversas missões.
Rainbow Six: Vegas fica disponível para download gratuito até o fim de setembro (Foto: Reprodução)Rainbow Six: Vegas fica disponível para download gratuito até o fim de setembro (Foto: Reprodução)
A promoção Games with Gold é realizada pela Microsoft, por meio da Xbox Live, e distribui gratuitamente dois jogos por mês em formato digital para os assinantes do serviço. Até o momento jogos como Fable 3, Assassin’s Creed 2, Magic the Gathering 2013, Dead Rising 2, entre outros já foram oferecidos.
Se você está sem espaço no HD mas não quer perder a oportunidade de obter esses jogos gratuitamente, acesse a Live pelo navegador de sua preferência e clique em comprar. Mesmo após a promoção ter encerrado será possível fazer o download dos títulos sem custo algum para o usuário.
                                                                      Via: TechTudo

Dragon Quest X será lançado para PC; saiba como testar o jogo

Dragon Quest X vai ser lançado para PC no Japão em 26 de setembro. O RPG online era anteriormente exclusivo da Nintendo, disponível no Wii e Wii U, mas a produtora Square Enix resolveu expandir os horizontes do título e lançá-lo para computadores. A empresa já disponibilizou uma forma de jogar para quem estiver interessado em participar da fase beta.
Dragon Quest X chega ao PC em setembro (Foto: Divulgação)Dragon Quest X chega ao PC em setembro (Foto: Divulgação)
Para participar do beta é preciso entrar neste site: Nvidia  fornecido pela Nvidia e realizar o download de um arquivo para avaliar a performance do seu computador. Para baixar o arquivo na página, clique no botão verde que está logo no início (imagem abaixo).
Clique no botão verde para fazer o download - Dragon Quest X (Foto: nvidia.co.jp)Clique no botão verde para fazer o download - Dragon Quest X (Foto: nvidia.co.jp)
Após ter completado o download, instale normalmente e abra o arquivo. Uma longa cena do jogo será exibida em seu computador. O programa irá testar o desempenho de seu PC durante a exibição do vídeo. Caso a performance seja satisfatória, você terá acesso à versão beta. Mas atenção, para fazer seu cadastro para testar o jogo use um site de tradução, pois o formulário estará em japonês, mas sem bloqueio de região.
Dragon Quest X é o primeiro capítulo da série totalmente online, a exemplo do que aconteceu em Final Fantasy XI. Apesar de não ter uma história fixa, o jogo conta com um mundo mágico onde o jogador cria seu personagem e desenvolve sua saga participando de missões e contanto com a ajuda de aliados.
Via: Siliconera e TechTudo

Como liberar mapas em Pokémon Deluge

Pokémon Deluge é um RPG online não oficial que oferece uma grande quantidade de mapas para jogadores explorarem logo no início de sua aventura. Porém, nem todos os usuários sabem que é possível acessar ainda mais locais a partir dos que já se encontram disponíveis. Saiba como:
Pokémon Deluge oferece acesso a 27 mapas inicialmente (Foto: Reprodução)Pokémon Deluge oferece acesso a 27 mapas inicialmente (Foto: Reprodução)
Passo 1: Ao acessar o jogo pela primeira vez, você terá acesso a 27 mapas, enumerados do 1 ao 28. Como isso poderia ser possível? Usuários mais atentos perceberão que não há acesso direto ao mapa 18.
Passo 2 - Entre no mapa 7 (Foto: Reprodução)Passo 2 - Entre no mapa 7 (Foto: Reprodução)
Passo 2: Entre no mapa 7. Você notará que há uma casa na parte direita da tela. Mova-se até lá e fique de frente com a porta. Pressione para cima e você automaticamente entrará no mapa 18.
A partir do mapa 7 é possível acessar o 18 e assim por diante (Foto: Reprodução)A partir do mapa 7 é possível acessar o 18 e assim por diante (Foto: Reprodução)
Passo 3: Vários outros mapas possuem entradas semelhantes, que levam a locais adjacentes. Basta procurar por portas ou buracos em paredes, pois apesar da casa ser visível também no mapa 8, a porta aparece apenas no mapa 7.

Fonte: http://www.techtudo.com.br

Fallout, Skyrim e Baldur's Gate; confira os melhores jogos de RPG para PC


Jogos de RPGs eletrônicos são extremamente difíceis de classificar. Afinal, como um gênero que se baseia em “interpretação de papéis” pode funcionar em mídias tão limitadas quanto PCs e videogames? A saída encontrada foi dar um foco maior à história e aos sistemas de evolução de personagens, introduzindo a noção de “escolhas” e “consequências”. Veja a seguir os títulos que mais se destacam nestes e em outros aspectos importantes do gênero:
The Witcher, um dos melhores RPGs dos últimos anos (Foto: Divulgação)The Witcher, um dos melhores RPGs dos últimos anos (Foto: Divulgação)
O melhor RPG gratuito – Star Wars: The Old Republic
Star Wars: The Old Republic é um MMO gratuito que alcançou grande sucesso de crítica e de público na época de seu lançamento. Desenvolvida pela Bioware, o jogo é uma espécie de “continuação” de dois títulos também lançados para PCs (Knights of the Old Republic I e II).
Star Wars: The Old Republic, gratuito e fantástico (Foto: Divulgação)Star Wars: The Old Republic, gratuito e fantástico (Foto: Divulgação)
Entretanto sua grande qualidade também contribuiu para o eventual esvaziamento de seu público. The Old Republic se destacou dos concorrentes com uma narrativa consistente, cheia de escolhas e consequências. O problema é que muitos jogadores abandonaram o jogo uma vez que as completavam, faltando maior incentivo para sua permanência no chamado "End Game".
O melhor RPG Online – World of Warcraft
É difícil argumentar contra este título, o gênero MMO é definido hoje em dia por World of Warcraft. Além de ser o mais jogado, ele mantém esta posição depois de quase dez anos de lançamento. Nunca um MMO foi tão jogado e por tanto tempo e isso se dá graças à comunidade ativa e jogabilidade viciante.
World of Warcraft: Mists of Pandaria (Foto: Divulgação) (Foto: World of Warcraft: Mists of Pandaria (Foto: Divulgação))World of Warcraft: Mists of Pandaria (Foto: Divulgação)
Apesar de não ser um bom RPG, no sentido de boas histórias e muitas escolhas com consequências, dentro do estilo MMO ele é certamente o mais divertido, principalmente pelo seu tamanho assombroso, incrível design de cenários e personagens, além de uma boa customização de seu avatar. As duas facções, a Horda e a Aliança também dão um senso de competição e torcida que é certamente um dos elementos centrais desse sucesso.
O RPG mais popular – Diablo
Diablo III quebrou todos os recordes de venda e pré-venda online, conseguindo alcançar a incrível marca de dez milhões de cópias em poucos meses. O mesmo sucesso avassalador ocorreu com os primeiros jogos da franquia, a colocando como uma das mais populares da história dos games.
Os três títulos da série venderam aproximadamente 30 milhões de cópias (Foto: Divulgação)Os três títulos da série venderam aproximadamente 30 milhões de cópias (Foto: Divulgação)
Com visão isométrica, muita customização e uma história divertida, Diablo é o tipo de jogo extremamente simples que é atrativo a um grande número de jogadores. É fácil se prender ao jogo pela dificuldade crescente e busca infindável por itens melhores.
O RPG mais Complexo – Eve Online
Eve online é o último MMORPG de nossa lista. Assim como World of Warcraft, Eve está no mercado há quase dez anos e reúne um grande número de fãs ardorosos. Ao contrário dos jogos da Blizzard, Eve não é tão acessível, pois exige que seus jogadores mergulhem de cabeça em seu complexo universo para aproveitá-lo. Dentro do cockpit de uma pequena nave com um universo gigantesco a ser explorado, você tem uma liberdade de ação quase massacrante, podendo optar por uma vida de comerciante, explorador, mineiro, pirata, segurança e muitas coisas mais.
O complexo mundo espacial de Eve Online (Foto: Divulgação)O complexo mundo espacial de Eve Online (Foto: Divulgação)
O mundo e sua economia são geridos por grandes corporações controladas inteiramente por jogadores. Os desenvolvedores não se metem no meio, dando a Eve uma dinâmica orgânica que o faz semelhante aos mercados do mundo real. Apesar de toda complexidade, os jogadores de EVE são muito abertos a novatos e, caso você queira participar do mundo, muitas pessoas estarão dispostas a ajudá-lo com os primeiros passos.
O RPG mais difícil  - Wizardry
Wizardry é um dos grandes clássicos dos RPGs de PC. A série começou durante a década de 80 e passou quase dez anos lançando títulos de qualidade inspirados no mundo de fantasia medieval de J.R.R. Tolkien. A série também ficou conhecida pela sua grande dificuldade, botando medo nos corações dos gamers da época.
O visual ancestral de Wizardry VI (Foto: Divulgação)O visual ancestral de Wizardry VI (Foto: Divulgação)
Em Wizardry IV, quando você morre em uma dungeon do jogo, todos os seus itens desaparecem, e você ficará preso naquele lugar até ter um nível alto o bastante para derrotar aquelas criaturas despido de seu equipamento. Se por acaso você digitasse errado as coordenadas de seu feitiço de teletransporte, seu personagem poderia ser morto instantaneamente ao se fundir com uma pedra ou uma parede. Fãs de jogos modernos mais difíceis como Demon Souls deveriam experimentar Wizardry.
O RPG mais customizável – The Elder Scrolls V: Skyrim
Não importa qual jogo da série, seja Oblivion, Morrowind ou Skyrim, The Elder Scrolls apresenta um número infinito de opções para customizar seu personagem (aparência, atributos, habilidades e etc) e um número maior ainda de MODs para transformar o jogo inteiro. Como resultado, poucas séries possuem um público tão devotado e criativo quanto The Elder Scrolls, da Bethesda.
O belo visual de Skyrim com alguns Mods (Foto: Divulgação)O belo visual de Skyrim com alguns Mods (Foto: Divulgação)
É possível ter experiências de jogo extremamente distintas de acordo com as escolhas que você faz para seu personagem ou graças aos milhares de MODs disponíveis. Gráficos melhorados, novas classes e regiões, praticamente qualquer coisa pode ser alterada de maneira significativa com estes pacotes feitos de fãs para fãs.
O grande RPG clássico – Baldur’s Gate
Um dos primeiros trabalhos da Bioware, Baldur’s Gate é por essência uma das melhores transposições dos RPGs de mesa para as telas dos PCs. Baseado inteiramente no cenário de Forgotten Realms (o mesmo de NeverWinter Nights e D&D Online) e se valendo das mesmas regras de Advanced Dungeons and Dragons, Baldur’s Gate ficou marcado como um divisor de águas para os PCs.
Um dos maiores clássicos do RPG e sua visão isométrica (Foto: Divulgação)Um dos maiores clássicos do RPG e sua visão isométrica (Foto: Divulgação)
Baldur’s Gate ganhou uma legião de fãs e mais ainda, trouxe um grande número deles para jogar o game original de papel e caneta na mão, tornando-o um dos clássicos mais memoráveis de RPG de PC. Além disso, o jogo foi o trabalho de estreia da Bioware.
O RPG com mais interatividade – Mass Effect
Mass Effect é sem dúvidas uma das melhores séries de jogos da última década, ganhando pontos por sua originalidade, narrativa e até mesmo a excelente jogabilidade (a partir do segundo título). O principal destaque de Mass Effect é a relevância das suas escolhas, muito além de seguir os dois diferentes caminhos entre Paragon e Renegade, cada jogo trazia dezenas de decisões que poderiam ser sentidas por todo arco narrativo de Shepard.
Mass Effect, de longe um dos maiores games da atualidade (Foto: Divulgação)Mass Effect, de longe um dos maiores games da atualidade (Foto: Divulgação)
Fugindo do preto no branco, o seu comandante era realmente único e o jogo nos obrigava a fazer escolhas difíceis sempre sem uma resposta certa, afinal quem você deverá salvar Kaidan ou Willians? Curar ou não o Genophage? Por toda maturidade e complexidade envolvidas nas decisões de Mass Effect, ele ficará marcado como um dos melhores RPGs de todos os tempos.
O melhor cenário de RPG adaptado – Planescape: Torment
Planescape é um cenário publicado originalmente para Advanced Dungeons and Dragons. Muito apreciado pela crítica de sua época, o mundo do jogo gira em torno da cidade de Sigil, uma espécie de fronteira do multi-verso de onde você pode acessar qualquer dimensão. Planescape tinha uma relação próxima com outros cenários de D&D como Forgotten Realms, Ravenloft e outros, mas graças a sua imensidão e complexidade ele parecia quase impossível de ser bem representado de forma eletrônica.
Planescape com seu mundo bizarro e sombrio (Foto: Divulgação)Planescape com seu mundo bizarro e sombrio (Foto: Divulgação)
Em 1999, Planescape: Torment foi lançado para PCs pela Interplay, se tornando um grande sucesso de crítica. Com uma história marcante e um cenário sombrio, o jogo tinha uma ênfase muito maior em grandes diálogos e escolhas do que qualquer tipo de combate, tornando-o um dos melhores jogos de RPG justamente pelo foco em interpretação de papéis. Tanto a cidade de Sigil, quanto os demais planos de existência de Planescape foram muito bem adaptados neste gigantesco jogo para PC.
O melhor cenário de RPG original – Fallout
Desenvolvido originalmente pela Interplay em 1997, Fallout possuía um dos cenários mais interessantes e criativos dos games. O jogo não era simplesmente situado em um mundo futuro após um holocausto nuclear, ele se utilizou do brilhante gênero hoje conhecido como futurismo retrô para criar um cenário que se passava no futuro pós-apocalíptico da década de 50.
O famoso membro da Brotherhood of Steel de Fallout (Foto: Divulgação)O famoso membro da Brotherhood of Steel de Fallout (Foto: Divulgação)
Da fantástica trilha sonora, aos belos cenários destruídos pela guerra, Fallout é um sopro de originalidade e diversão no mundo dos games. A impressão que fica é que a série, atualmente produzida pela Bethesda, nos mostra um mundo situado imediatamente depois de uma das obras primas de Stanley Kubrick, Dr. Strangelove, seguindo o mesmo senso de humor bizarro deste clássico dos cinemas sobre a guerra atômica.
Fonte: http://www.techtudo.com.br

BioShock a Far Cry 3, saiba qual FPS combina mais com seu estilo de jogo


A sétima geração de videogames foi um marco na popularização dos jogos FPS. O sucesso foi tão grande que é difícil encontrar um dono de Xbox 360 ou um PlayStation 3 que não tenha ao menos um título do gênero em sua coleção. Sendo assim, preparamos uma lista com os principais games de tiro em primeira pessoa e as características que os diferenciam:
O Melhor Gráfico: Bioshock Infinite (Xbox 360, PS3)
A qualidade das texturas vistas no game são impressionantes (Foto: Reprodução/GameFM)A qualidade das texturas vistas no game são impressionantes (Foto: Reprodução/GameFM)
A franquia sempre foi sinônimo de belos gráficos, mas Bioshock Infinite atingiu um novo patamar. Mesmo não tendo a intenção de ser foto-realista, o game possui um visual e uma fotografia que encanta a todos.
Inspirada em elementos de outros títulos clássicos, Columbia é a cidade mais bonita e majestosa apresentada nesta geração. Além da paisagem, é importante lembrar da personagem Elizabeth, que consegue realmente nos emocionar e empolgar. Não sorrir nos momentos mais divertidos divididos com ela, é uma tarefa quase impossível.
O Melhor Single Player: Bioshock 1 e 2 (Xbox 360, PS3)
Em Bioshock 2 o jogador encarna um Big Daddy (Foto: Reprodução/IGXPro)Em Bioshock 2 o jogador encarna um Big Daddy (Foto: Reprodução/IGXPro)
Se Bioshock Infinite é o mais belo, os primeiros jogos da franquia possuem o single player mais envolvente. A cidade de Rapture encantou diversos gamers, que mergulharam profundamente na trama, descobrindo lentamente os mistérios da cidade submersa.
E se os chamados Big Daddys aterrorizaram no primeiro jogo, o grande trunfo do segundo foi colocar os jogadores no papel do próprio personagem, inovando bastante e dando grande quantidade de plano de fundo à história.
O Melhor Multiplayer: Battlefield 3 (Xbox 360, PS3)
Naves e veículos são um dos grandes diferenciais da franquia (Foto: Reprodução/GameRant)Naves e veículos são um dos grandes diferenciais da franquia (Foto: Reprodução/GameRant)
Battlefield 3 trouxe aos consoles a mesma qualidade dos primeiros jogos da franquia, alcançando um prestígio que até então não havia conseguido com Bad Company 1 e 2. 
A série sempre foi lembrada pela liberdade tática e pela quantidade de veículos e naves pilotáveis nos mapas – que são gigantescos. O título também conta com um grande número de jogadores na mesma sala, criando verdadeiros combates bélicos, motivo pelo qual ficou conhecido como um verdadeiro simulador de guerra. Além disto, o realismo dos movimentos e o recuo que as armas possuem trazem uma incrível sensação de realidade.
O Mais Inovador – Portal 2 (Xbox 360, PS3)
Portal Gun, uma das grandes inovações do título (Foto: Reprodução/ZeeGamers)Portal Gun, uma das grandes inovações do título (Foto: Reprodução/ZeeGamers)
Não exatamente um game de tiro, Portal foi chamado por muitos como o melhor dessa geração. O título é basicamente um jogo puzzle em primeira pessoa, com vários enigmas que devem ser solucionados usando a famosa Portal Gun.
O primeiro título já havia sido aclamado pela crítica mundial por seu gameplay inovador e pelo humor sombrio, tanto que em 2007 foi considerado o jogo mais original do ano. Curiosidade: poucas pessoas sabem, mas Portal acontece no mesmo universo de Half-Life.
A melhor ambientação: Far Cry 3 (Xbox 360, PS3)
Belas paisagens como esta fizeram de Far Cry 3 um título único (Foto: Reprodução/Edge-Online)Belas paisagens como esta fizeram de Far Cry 3 um título único (Foto: Reprodução/Edge-Online)
Vencedor do prêmio de melhor jogo de 2012 pelo TechTudo, Far Cry 3 trouxe um incrível mundo aberto à ser explorado. A trama se passa em uma ilha infestada de piratas, onde a única lei é a sobrevivência, um conto sombrio e selvagem sobre a humanidade perdida.
Não sendo apenas um FPS bonito, Far Cry 3 trouxe alguns elementos de RPG consigo, como pontos de experiência, árvores de habilidades e um sistema de fabricação de itens. Além disso, todo encontro com inimigos pode ser abordado de várias formas diferentes, uma liberdade que foi bastante apreciada pelo público.
O Melhor Exclusivo de PS3: Killzone 2 (PS3)
Um dos melhores multiplayers desta geração (Foto: Reprodução/SelectGames)Um dos melhores multiplayers desta geração (Foto: Reprodução/SelectGames)
Se Killzone 1 foi um dos jogos mais famosos do PS2, Killzone 2 manteve a qualidade da franquia no PS3. O segundo game da série trouxe um modo campanha intenso, dotado de uma história com trama e personagens muito bem elaborados.
Seu multiplayer pode ser facilmente considerado um dos melhores da geração, e é realmente uma pena que a comunidade online do game tenha diminuído tanto com a chegada do terceiro game da série.
O Melhor Exclusivo de Xbox 360: Halo 4 (Xbox 360)
MasterChief destruindo um dos inimigos do jogo (Foto: Reprodução/GameInformer)MasterChief destruindo um dos inimigos do jogo (Foto: Reprodução/GameInformer)
Xbox sempre foi sinônimo de Halo. O quarto jogo da franquia possui uma das melhores tramas e melhores gráficos desde o primeiro game, sendo que somente seu multiplayer não supera Halo 3. 
Se engana quem pensa que cada Halo é o mesmo jogo em uma roupagem diferente. Os gamers que acompanham a franquia desde o início sabem que a jogabilidade sofre grandes alterações a cada jogo, trazendo sempre uma experiência única. É possível que este seja um dos motivo de tanto amor à serie por parte dos donos do console da Microsoft.
O Mais Subestimado: Bulletstorm (Xbox 360, PS3)
Os jogadores são recompensados por mortes mais violentas no jogo (Foto: Reprodução/TotalGamingReviews)Os jogadores são recompensados por mortes mais violentas no jogo (Foto: Reprodução/TotalGamingReviews)
Mesmo recebendo notas excelentes da mídia especializada, muitos ignoraram o lançamento de Bulletstorm. O multiplayer do jogo nunca teve uma comunidade muito ativa, o que acabou refletindo diretamente nas vendas do título.
No entanto, o modo campanha é excelente. Embora controverso – por permitir tiros em partes íntimas durante as “skillshots” – ele diverte qualquer fã de FPS durante horas. O sistema de skillshots é muito parecido com o visto em Fallout 3, onde os movimentos paravam e era possível escolher em qual parte do corpo direcionar o disparo.
O Mais Aterrorizante – F.E.A.R 2 (Xbox 360, PS3)
Criaturas monstruosas surgem sem nenhum aviso (Foto: Reprodução/kinia24lara)Criaturas monstruosas surgem sem nenhum aviso (Foto: Reprodução/kinia24lara)
F.E.A.R. é uma das franquias mais aterrorizantes do gênero. A grande sacada do jogo eram os momentos em que nem mesmo o jogador entendia exatamente o que estava acontecendo. Muitas vezes a tela mudava para algo mais demoníaco sem aviso, e o jogador distraído não percebia que atrás dele havia surgido alguma espécie criatura.
Da mesma forma, pouco da trama era entregue no início, cabendo ao jogador descobrir quais os motivos dos eventos mistériosos. A história seguia o enredo do primeiro game, que girava ao redor de vários eventos paranormais envolvendo uma garotinha. Estes e outros elementos do jogo foram fortemente inspirados em histórias de horror japonesas.

Fonte: http://www.techtudo.com.br

Como conseguir mascotes em Grand Chase

Em Grand Chase, ter um mascote pode ser uma grande vantagem nos combates, especialmente ao enfrentar outros jogadores em PVP (praticamente essencial se eles tiveram mascotes também). Confira aqui as muitas e variadas formas para conseguir o seu próprio mascot
Aprenda como conseguir um mascote em Grand Chase (Foto: grandchase-

wars.blogspot.com / LLacerda)
Há basicamente quatro maneiras de se obter um mascote, que passam desde as mais simples, como comprá-lo com Cash (dinheiro de verdade), até passar por várias provações para consegui-lo. Explicaremos aqui passo a passo cada um dos métodos:
- Comprando na Loja
Passo 1: Na loja, na seção "Mascotes", procure um do seu agrado (são as cartas azuis) e você poderá comprá-lo por Cash. Este é o método mais simples, porém envolve um comprometimento financeiro.
Comprando mascotes na Loja (Foto: Reprodução / Thiago Galiaço)Comprando mascotes na Loja (Foto: Reprodução / Thiago Galiaço)
- Comprar ovos e criá-los
Passo 1: Na loja, vá até a aba da esquerda, que possui um ícone de uma letra "P" e uma seta. Esta é a seção de itens que podem ser comprados com Pontos de Diário, pontos dados a jogadores como recompensa por seu tempo online.
Comprando ovos na Loja (Foto: Reprodução / Thiago Galiaço)Comprando ovos na Loja (Foto: Reprodução / Thiago Galiaço)
Passo 2: Escolha um dos ovos e compre-o com seus Pontos de Diário.
Passo 3: Equipe o ovo em seu personagem e lute para evolui-lo até o nível 7
Passo 4: Uma vez no nível 7, vá na Loja, na aba Mascote, e compre o item Livro de Incubação.
Comprando o Livro de Incubação (Foto: Reprodução / Thiago Galiaço)Comprando o Livro de Incubação (Foto: Reprodução / Thiago Galiaço)
Passo 5: Ative o Livro de Incubação no seu inventário, selecione o ovo que deseja chocar e agora você terá um mascote.
- Eventos especiais
Ocasionalmente são realizados eventos especiais onde jogadores podem obter recompensas, e entre elas, mascotes. Normalmente envolvem um certo investimento de Cash, mas não é necessariamente uma regra.
Confira as regras do evento, que normalmente envolvem comprar Pergaminhos ou gastar uma quantidade predeterminada de dinheiro e veja o que você precisa fazer para conseguir um mascote nessa promoção.
- Mascotes Jr.
Além dos mascotes tradicionais há também os mascotes Jr, inspirados em alguns chefes do jogo, como Gaicoz Jr., Thanatos Jr. e Cazeaje Jr. Para obtê-los você precisará de alguns itens específicos.
Jogue no modo Heroico na missão em que esses chefes aparecem para conseguir um Pergaminho de Criação. Cada chefe fornece um pergaminho para um mascote diferente.
Criando um mascote Jr. (Foto: Reprodução / Thiago Galiaço)Criando um mascote Jr. (Foto: Reprodução / Thiago Galiaço)
Passo 1: Clique em Menu, na opção Criação / Desconstrução, clique no ícone de interrogação (?) e selecione a aba Épico. A carta do seu mascote Jr. deverá estar lá.
Passo 2: Clique na carta para para ver todos os itens que serão necessários para a criação do seu mascote.
Passo 3: Estando de posse de todos os itens exigidos, clique em Iniciar e pronto, seu mascote Jr. estará te esperando.

Fonte: http://www.techtudo.com.br

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