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REVIEW The Escapists

The Escapists traz muita diversão em um mundo 2D de simulação e estratégia, onde os jogadores devem achar seus meios para fugir de uma prisão de segurança máxima. Lançado para Windows e desenvolvido pela Mouldy Toof Studios, o jogo conta com uma grande variedade de itens possíveis de serem fabricados para usar em seus planos, além de fornecer diversas formas de interação com NPCs  e cenário para arquitetar seu plano de fuga. Confira nosso review completo.
The Escapists (Foto: Divulgação)The Escapists (Foto: Divulgação)

Gráficos e jogabilidade

O game apresenta gráficos simples, parecidos dos games da geração de 16 bits. Contudo, esta simplicidade na verdade acaba se transformando em uma prática leveza para o jogo. Os comandos são simples e fáceis de serem aprendidos.
Sua jogabilidade é bastante fluida, com o jogador sempre pensando em sua próxima ação para conseguir colocar seu plano de fuga em prática. Com o tempo, e percebendo os padrões de cada guarda e detento, é possível prever onde estarão para escolher sua melhor rota de fuga.
A possibilidade de se achar diferentes rotas de fuga faz com que o game não siga uma dinâmica linear, aonde o jogador sempre chega ao mesmo lugar com a evolução do game. Isto faz com que o game proporcione ao jogador diversas forma de evoluí-lo.
Apesar dos gráficos simples, o game apresenta ótima jogabilidade (Foto: Divulgação)Apesar dos gráficos simples, o game apresenta ótima jogabilidade (Foto: Divulgação)

Opções de fabricação e interações

O game proporciona diversas opções de fabricação de novos itens através da combinação de alguns que você possui. Os níveis dos atributos de seu personagem irão guiar até onde as opções de fabricação vão. Ou seja, quanto melhor e mais evoluído o seu personagem estiver, melhores serão os itens que o seu personagem poderá fabricar.
Além disso, através de um sistema de favores, o seu personagem poderá melhorar sua amizade com os detentos e assim conseguir mais dinheiro. Uma relação amistosa poderá ser útil para o seu plano de fuga quando precisar guiar a atenção dos guardas para outro local.
As diversas interações com o cenário permite flexibilidade em planejar sua rota de fuga, como por exemplo, levantar sua cômoda para esconder um túnel subterrâneo. Essas formas de interação ajudam para aumentar as possibilidades quando o jogador for planejar suas estratégias para fugir da prisão.
Fabrique novos itens para ajudar em sua fuga (Foto: Divulgação)Fabrique novos itens para ajudar em sua fuga (Foto: Divulgação)

Opções e novos modos de jogo

O game possui apenas um modo de jogo, mas está programado receber novos modos nas próximas atualizações. Dentre estes novos modos estão incluídos multiplayer, além da possibilidade de compartilhar seus feitos e suas próprias prisões com a comunidade.
Isto trará uma nova dinâmica à mecânica do game onde os jogadores poderão desafiar seus amigos a escaparem das prisões que eles mesmos bolaram. No momento, os jogadores podem apenas lidar com outros presos ou os guardas, ambos NPCs (personagens não jogáveis). Com os outros detentos você poderá fazer favores para conseguir dinheiros e suas amizades.
Os favores ajudam bastante para conseguir dinheiro com outro detentos (Foto: Divulgação)Os favores ajudam bastante para conseguir dinheiro com outro detentos (Foto: Divulgação)

Conclusão

The Escapists traz uma nova vida ao gênero de simulação e estratégias em prisões. O game com certeza é bem bolado, apesar da simplicidade atual. A flexibilidade nas interações com o ambiente, aliado à possibilidade de fabricar novos itens através da junção de itens que você já possui ajuda muito com a jogabilidade. As diversas rotas de fuga possíveis a se fazer também faz com que o game não siga uma dinâmica linear, aumentando ainda mais a diversão.

REVIEW The Sims 4

The Sims 4 é o novo capítulo da famosa franquia para PCs. O jogo promete novas ferramentas de personalização e um sistema de emoções que vai afetar a vida e as ações dos Sims. Tudo isso sem perder as ideias originais e as características já bem conhecidas da série. Confira nossa análise:
The Sims 4 traz novas ferramentas de personalização e um sistema de emoções (Foto: Divulgação)The Sims 4 traz novas ferramentas de personalização e um sistema de emoções (Foto: Divulgação)

Sims personalizados

O primeiro grande destaque de The Sims 4 é o seu novo editor de Sims. Com ele é possível modificar com precisão os detalhes mínimos do rosto e corpo do seu personagem. As novas ferramentas deixaram a criação mais simples, prática e intuitiva, usando apenas o ponteiro do mouse para modificar individualmente cada parte do Sim.
Com isso, você pode criar personagens com características únicas. Por exemplo, Sims com braços largos e pernas finas ou até mesmo quadris mais estreitos. As ferramentas são fáceis de usar e a nova organização dos menus também permite edições mais rápidas. Ao invés de disponibilizar ícones individuais para alterar as características físicas, agora basta usar o ponteiro do mouse para clicar e arrastar o que você desejar modificar.
O primeiro grande destaque de The Sims 4 é o seu novo editor de Sims (Foto: Reprodução/Tais Carvalho)O primeiro grande destaque de The Sims 4 é o seu novo editor de Sims (Foto: Reprodução)
As roupas, cabelos e acessórios agora ficam localizados em um menu personalizado à direta, separadas por categorias. Você pode adicionar, remover ou alterar a cor do que quiser com apenas um clique. Infelizmente, o novo modo de criação não conta com a paleta de cores presente em The Sims 3. As cores disponíveis já estão pré-definidas e não será possível dar um colorido mais especial à roupa do seu Sim.
Os traços e aspirações também estão de volta, mas agora elas tem um papel ainda mais fundamental na criação do seu personagem. Você pode escolher até 3 personalidades para o seu Sim e uma das 10 aspirações. O Sim também ganhará um traço extra dependendo da que você escolher para ele. Esses traços vão definir o comportamento e os desejos do seu Sim durante a sua vida.
Os traços e aspirações também estão de volta em The Sims 4 (Foto: Reprodução/Tais Carvalho)Os traços e aspirações também estão de volta em The Sims 4 (Foto: Reprodução)
Por fim, o modo de criação ainda conta com novos tons para as vozes dos personagens, além de uma engraçada opção para definir a forma como seu Sim irá caminhar. Se ele se movimentará de cabeça erguida e nariz empinado, ou se terá passos mais tímidos, com ombros mais curvados. Seu personagem ficará do jeito que você imaginar.
Ou quase. Já que esse é apenas o jogo base de The Sims 4 e vem limitado com poucas opções de roupas, cabelos e outros acessórios. Felizmente, o título deve ser o mesmo esquema das expansões de The Sims 3 e ganhará mais conteúdo em breve.

Nova Interface

Os jogadores que estão acostumados com The Sims 3 podem estranhar um pouco a nova interface de The Sims 4. Os menus dos Sims e de construção agora ficam localizados na parte inferior e superior direta da tela, respectivamente. Informações como necessidades, aspiração, carreira e outros detalhes foram simplificados nesses novos menus.

As emoções podem alterar os desejos e ações dos Sims (Foto: Reprodução/Tais Carvalho)As emoções podem alterar os desejos e ações dos Sims (Foto: Reprodução)
As informações aparecem menores, dando mais espaço para a tela e a sua visão. Já as informações de humor e desejos dos Sims permanecem no mesmo lugar, localizadas no lado inferior esquerdo da tela. Os desejos agora aparecem em forma de balões de pensamento na cabeça dos Sims, e seu humor muda constantemente, dependendo da atividade que o personagem está realizando ou com quem está interagindo.

Emoções e Desejos

Desta vez, os Sims apresentam uma variedade de emoções que vão influenciar praticamente todas as suas escolhas dentro do jogo. Essas emoções causam um impacto ainda maior em suas histórias em comparação ao The Sims 3. Somado aos seus traços de personalidade, cada Sim vai responder de forma distinta a outros personagens, objetos e diferentes situações dentro do game.
As emoções podem alterar os desejos e ações dos Sims (Foto: Reprodução/Tais Carvalho)As emoções podem alterar os desejos e ações dos Sims (Foto: Reprodução)
Por exemplo, se o seu Sim estiver inspirado, ele poderá ter vontade de cozinhar coisas novas ou criar uma obra de arte. Um pequeno elogio pode fazer seu Sim se sentir lisonjeado e ele poderá ficar um tanto corado ou envergonhado. Para facilitar, os desejos relacionados as emoções e ao estado de humor do seu Sim vão aparecer coloridos. Cada um representado pela cor de determinada emoção.

Modo de construção e compra

O modo de construção e compra também recebeu uma bela repaginada, porém, a divisão dos objetos e ferramentas continua a mesma do The Sims 3. Os objetos são separados por cômodos ou por função e as ferramentas de construção são separadas pelas partes da casa.

O grande destaque nessa mudança é a opção de construir cômodos inteiros de uma vez só. A ferramenta de paredes recebeu melhorias e agora permite criar um cômodo inteiro apenas com um arrastar e clique do mouse. E é nessa parte que o modo de construção e de compra se unem para criar quartos completos, com parede, mobília e decorações.
Construir e mobiliar ficou muito mais fácil em The Sims 4 (Foto: Reprodução/Tais Carvalho)Construir e mobiliar ficou muito mais fácil em The Sims 4 (Foto: Reprodução)
É possível construir cômodos vazios de diferentes formados ou selecionar um pronto no menu de cômodos de estilo. Você pode criar quartos completos para crianças, sala de estar, banheiros e até mesmo decorar o seu jardim. Uma ferramenta que dá mais praticidade ao game, e permite que você crie sem perder tanto tempo.
A má notícia é que a paleta de cores de The Sims 3 também não está disponível para os objetos, papeis de parede e etc. Mas você terá três ou até quatro opções de cores pré-definidas para cômodos e muitas outras para objetos e construções. Infelizmente, neste primeiro game, também não há garagens ou carros.
As cores dos objetos são pré-definidas (Foto: Reprodução/Tais Carvalho)As cores dos objetos são pré-definidas (Foto: Reprodução)

Gerenciando mundos e vizinhanças

The Sims 4 tem dois mapas: Willow Creek e Oasis Springs. Sua forma de gerenciar esses mundos e vizinhanças é bem diferente de The Sims 3. Elas aparecem em um mapa desenhado e são bem menores que as do jogo anterior. Ao concluir a criação de um Sim, você deverá selecionar um dos lotes da vizinhança para coloca-lo, como na imagem abaixo.
Você não terá mais aquela visão de cima onde podia ver a vizinhança como um todo. Os Sims ainda podem visitar os locais a pé, desde que sejam próximos, e podem ir a outros mais longe usando o celular para “viajar.” A visão do mapa parece mais limitada, provavelmente para melhorar o desempenho do game, já que os Sims estão sempre em constante movimento.
As vizinhanças também são diferentes em The Sims 4 (Foto: Reprodução/Tais Carvalho)As vizinhanças também são diferentes em The Sims 4 (Foto: Reprodução)
Ao selecionar um lote, as opções de construir, alterar ou mover uma família vão aparecer ao lado. Infelizmente, não é possível adicionar lotes extras ou construções já prontas em espaços que não existem. Você pode usar apenas os espaços dados pela vizinhança.

A monótona vida dos Sims

Com exceção das grandes novidades, The Sims 4 carrega grandes semelhanças com The Sims 3. O básico da vida dos Sims permanece o mesmo, principalmente a sua rotina. Tarefas como trabalhar são idênticas a versão anterior, sem a expansão Ambições – que permite que o jogador controle seu ambiente de trabalho.

Alguns pequenos detalhes são diferentes, como em preparar uma refeição. A forma como eles cozinham é a mesma, mas agora podem escolher entre diferentes porções de comida e podem visualizar o seu prazo de validade. Assim como comer, a forma de preencher as necessidades também é a mesma. Mas o jogo compensa acrescentando novas interações as já conhecidas, que são apimentadas com o sistema de emoções.
Em The Sims 4 é mais fácil encontrar uma carreira para seu Sim (Foto: Reprodução/ Tais Carvalho)Em The Sims 4 é mais fácil encontrar uma carreira para seu Sim (Foto: Reprodução)
Outras partes do jogo também estão mais fáceis, como a carreira do seu Sim. Enquanto antes era preciso esperar os dias certos da semana para ter a vaga dos seus sonhos, basta usar o celular e escolher a carreira que deseja seguir.
Esses detalhes podem deixar o game um tanto fácil e monótono para os jogadores acostumados com a quantidade de conteúdos extras das expansões de The Sims 3. Porém, vale lembrar que o sistema de emoções e desejos está lá para quebrar toda essa monotonia e criar situações completamente diferentes para os seus Sims.

Compartilhe suas criações

Outra grande novidade é a chamada Galeria, onde os jogadores podem baixar ou compartilhar conteúdos para o jogo, com casas e personagens. Sem sair do game, você pode baixar conteúdos criados por outros usuários ou compartilhar os seus com a comunidade.
Compartilhe e baixe objetos, Sims e construções na Galeria (Foto: Reprodução/Tais Carvalho)Compartilhe e baixe objetos, Sims e construções na Galeria (Foto: Reprodução)
A Galeria inicia rapidamente e possui uma infinidade de conteúdos para baixar gratuitamente de outros usuários e do próprio game. Além disso você pode votar na sua criação favorita, deixar que os outros usuários votem nas suas e até mesmo compartilha-las no Facebook.

Melhor desempenho

The Sims 4 roda de forma mais suave que o seu antecessor. Ele exige pouco para funcionar nas configurações mínimas e suas telas de carregamento estão relativamente mais rápidas. A falta de determinados conteúdos e algumas mudanças provavelmente são resultado desse melhor desempenho durante partes mais pesadas do game – como o carregamento da vizinhança de de novos personagens.
Infelizmente, a remoção de alguns desses conteúdos não vai agradar os jogadores. Por exemplo, a falta de bebês mais velhos e das famosas piscinas. A boa notícia é que o jogo exigirá conexão com a internet apenas uma vez e você poderá joga-lo offline – sem acesso aos conteúdos da Galeria. No geral, o jogo está realmente rodando melhor e mais leve que o seu antecessor em diversos aspectos.

Um visual um pouco mais caprichado

The Sims 4 ainda parece bastante com The Sims 3 no quesito visual. Porém, os Sims receberam um polimento para ganhar suas novas opções de personalização. O jogo é focado no fator desempenho e, por isso, peca em alguns detalhes de ambientação. No geral, seus gráficos estão melhores e mais suaves, mas nada chegue a impressionar.
Crie e compartilhe personagens únicos (Foto: Arte/Tais Carvalho)Crie e compartilhe personagens únicos (Foto: Arte)

Conclusão

The Sims 4 é uma versão melhorada de The Sims 3, acrescentando novas opções de personalização e emoções que realmente influenciam a jogabilidade. Ele traz inovações consideráveis como o seu editor, a nova forma de controlar a vizinhança e o novo sistema de desejos e emoções. O equilíbrio desses detalhes com uma melhor performance do jogo, novas opções de interação e compartilhamento fazem de The Sims 4 mais um excelente simulador da série.

REVIEW CARD WARS - ADVENTURE TIME

 Nota: 7.3

Card Wars – Adventure Time é um jogo de cartas com os personagens do desenho animado “Hora de Aventura”. Exclusivo para iOS e Android, o game apresenta divertidas batalhas, decks variados, ótimo visual e modo campanha extenso. Confira a análise.
Personagens do desenho Hora de Aventura se reunem para torneio de carts (Foto: Divulgação)Personagens do desenho "Hora de Aventura" se reunem para torneio de carts (Foto: Divulgação)
Inspirado em um episódio do desenho animado “Hora de Aventura”, Card Wars demonstra o quanto o universo deste desenho é expansivo. O jogo de cartas para Android e iOS não precisou pegar qualquer elemento de outro desenho da Cartoon Network, tudo que é apresentado desde personagens, cartas e magias foi retirado de algum episódio deste desenho animado que esbanja criatividade.

Hora de estratégia

Em Card Wars, você controla cada personagem do desenho como Jake, Finn, Beemo, Marceline e outros. No começo, você tem apenas 15 cartas no deck. Mas novas cartas são adicionadas à medida que o jogador avança.
Cada carta que representa uma criatura possui custo, pontos de ataque e vida. Além disso, algumas cartas podem possuir frases com encantamento. Assim como em Magic: The Gathering, o jogador precisa primeiro colocar um “campo” onde a sua criatura irá atuar. Há criaturas para cada campo e o jogo possui uma boa variedade deles. Por cenário, o jogador pode construir quatro campos diferentes, cada um no formato de “pista”.
Campo de batalha em Card Wars - Adventure Time (Foto: Divulgação)Campo de batalha em Card Wars - Adventure Time (Foto: Divulgação)
Além das cartas de criaturas, Card Wars conta também com cartas de magias e construções. As cartas de magias são auto explicativas, elas são ativadas no momento em que o jogador lança cada uma.
Já as construções, são casas ou palácios que dão atributos positivos aos personagens. Por exemplo, ao colocar a casa em uma pista, a criatura presenta na pista irá recuperar os pontos de vida no final de cada turno.
Mas Card Wars não fica só nisso. Além da estratégia em montar decks e como distribuí-los no campo, há ainda muita estratégia a ser aplicada. Cada pista precisa ser defendida por uma criatura, do contrário, o ataque de um inimigo pode passar direto, acertando o seu personagem. Outra novidade, em relação a jogos de card games, é uma roleta na qual o jogador pode tentar a sorte, podendo contra-atacar ou realizar ataques críticos no inimigo.
Sistema de missões e fases lembra Candy Crush Saga (Foto: Divulgação)Sistema de missões e fases lembra Candy Crush Saga (Foto: Divulgação)
O jogo segue uma estrutura de fases que lembra Candy Crush Saga, com a possibilidade de revisitar todas as fases novamente. Você enfrenta os personagens e depois tem a possibilidade de jogar com eles. Cada personagem conta com um poder especial carrega automaticamente. Para liberar esse poder basta tocar no ícone do personagem durante as batalhas.

Opções variadas e pequenos deslizes

Seguindo uma proposta mais arrojada do que de costume, Card Wars vai além da experiência casual dos outros jogos da Cartoon Network. O jogo oferece opções que aprofundam a experiência como opções de construir cartas, unindo duas cartas e até vender as cartas confeccionadas.
Tudo isso demonstra um esmero na hora de produzir o jogo. Porém, o estúdio derrapou em não oferecer um sistema multiplayer online. É algo evidente em um jogo do gênero. Seria como lançar um Call of Duty nos dias de hoje, com apenas modo single player.
Decks variados e muitas opções de cartas são algumas das qualidades de Card Wars (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)Decks variados e muitas opções de cartas são algumas das qualidades de Card Wars (Foto: Reprodução)
Card Wars foi bastante criticado em seu lançamento no iOS devido os limitadores de energia. Mas recentemente, quando o jogo foi lançado para Android, uma atualização proporcionou um alívio para os jogadores, oferecendo mais corações diariamente. Ainda sim, esse é, de longe, um dos grandes problemas do jogo. Card Wars é um jogo pago, e ele não é barato, custa R$ 8,99. Então não faz muito sentido, o game ficar limitando o jogador e tentando explorar isso com opções de compra embutidas.
A tradução do jogo também deixou a desejar. Além de não contar com a versão dublada dos personagens, em alguns momentos, os textos ficam confusos, com o jogo apresentando algumas informações em inglês e outras em português.
No Android, o jogo é incompatível com alguns aparelhos. Então para não ficar sem jogar, recomendamos testar o jogo logo após comprar, caso ele não funcione como deveria peça o reembolso. Mas o período para testes é curto, apenas 15 minutos.

Conclusão

Card Wars – Adventure Time é um jogo de cartas que envolve estratégia e raciocínio, mas tudo em um tom de brincadeira e aventura, capturando o espírito do desenho animado. A localização para o português deixou a desejar e alguns modos como Vs online fizeram bastante falta. Mas o maior pecado do jogo é oferecer limitadores no estilo “freemium”, mesmo que o jogo custe R$ 8,99.

Review Dragon Quest 8

Dragon Quest 8: Journey of the Cursed King é a adaptação de um clássico do PlayStation 2 para Android e iOS. A lendária franquia de jogos de RPG, Dragon Quest, que tem participação de Akira Toriyama, criador de Dragon Ball Z, chegou aos smartphones e tablets de forma surpreendente. Com gráficos idênticos a versão para consoles de videogames, Dragon Quest VIII é um RPG com jogabilidade clássica, cuja principal qualidade é manter o jogador entretido por muitas horas.
Dragon Quest é uma série de RPG que conta com a participação do criador de Dragon Ball Z (Foto: Divulgação)Dragon Quest é uma série de RPG que conta com a participação do criador de Dragon Ball Z (Foto: Divulgação)

Visual impecável e cativante

A série de jogos de RPG Dragon Quest não é tão conhecida no ocidente quanto Final Fantasy, o que é uma baita injustiça. Curiosamente, Dragon Quest é anterior à Final Fantasy, tendo seu início em 1986, um ano antes de Final Fantasy chegar as prateleiras.
Foi um dos primeiros projetos da Enix, isso muito anos antes da fusão com a Squaresoft, dando origem a empresa que hoje detém essas duas franquias, a Square-Enix. No Japão, Dragon Quest é tão aclamado quanto Final Fantasy, o que já rendeu várias obras paralelas como mangás, animes, brinquedos e muito mais.
Por problemas de marca registrada, a série Dragon Quest nunca teve o tratamento que merecia no ocidente, acentuado pelo fato de não apostar tanto no visual como a “rival” Final Fantasy. Dos sete jogos anteriores a Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King, apenas cinco chegaram ao ocidente e ainda com o nome trocado para “Dragon Warrior”.
Mas desde 2005, a série “renasceu” no ocidente, adotando o nome original e apostando em gráficos tridimensionais que se assemelhassem aos animes, utilizando a técnica Cel shading. Ficando a cargo de estúdio Level-5, Dragon Quest VIII finalmente conseguiu a repercussão que merecia, recebendo até uma conversão para Android e iOS. O game é praticamente idêntico ao do PS2, mantendo a qualidade gráfica, mas perdendo alguns efeitos visuais e, mas notadamente, a dublagem nos diálogos.
Dragon Quest VIII é o mesmo jogo que foi lançado em 2005 para Playstation 2 (Foto: Divulgação)Dragon Quest VIII é o mesmo jogo que foi lançado em 2005 para Playstation 2 (Foto: Divulgação)
Na história de Dragon Quest VIII, o jogador controla um herói sem nome. Sua missão é ajudar uma princesa e seu pai, o rei, que foram transformados em um cavalo e um monstro, respectivamente. Para quebrar o encanto, é preciso derrotar o mago que o fez (supostamente). Com a ajuda de Yangus, os quatro partem em uma jornada pelo vasto mundo do jogo.
Com um enredo repleto de candura, Dragon Quest VIII cativa a criança interior de qualquer um. O que reforça ainda mais essa impressão, é o character design que ficou a cargo do mangaká Akira Toriyama. Por isso, os personagens do jogo não podem ser descritos como nada menos que fantásticos. Carismáticos e repletos de cores vibrantes, os personagens do jogo chama a atenção do jogador. Tudo isso, torna Dragon Quest VIII um dos RPGs para Android e iOS mais visivelmente gratificantes.

RPG em turnos, clássico ao extremo

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King conta, apesar do visual renovado, com uma jogabilidade extremamente nostálgica. Trata-se de um RPG com combates em turnos e curva de dificuldade elevada, que demandará muitas horas para evoluir os personagens. O jogo não possui com sistema de classes, mas detém um sistema de habilidades, cuja distribuição dos pontos pelo menu de habilidades, possibilita adquirir novos poderes e magias.
O começo da aventura é um pouco complicado, pois o game irá exigir paciência do jogador que não está acostumado ao fracasso. Também é exigido uma atenção especial aos diálogos, pois Dragon Quest VIII não apresenta nenhum tipo de dica, marcador para orientar o jogador. Caso não preste atenção, o jogador ficará perdido facilmente.
Dragon Quest 8  (Foto: Divulgação)Dragon Quest 8 (Foto: Divulgação)
Nos combates, Dragon Quest VIII também apresenta vários elementos que remetem diretamente aos primeiros jogos da franquia. No início, você não está superpoderoso como na maioria dos RPGs atuais. Você começa com golpes simples, que tiram apenas alguns pontos de energia dos inimigos. Já os inimigos, podem desferir golpes com quase a mesma intensidade, fato este que obriga o jogador a comprar muitas ervas de cura e visitar estalagens várias vezes.
Como um bom RPG, seu grupo começa pequeno e vai aumentando a medida que a história se desenrola. Além dos quatro personagens principais: O héroi, Yangus, Jessica e Angelo. Vários personagens secundários serão adicionados de forma momentânea, esses personagens geralmente importantes na história, devem ser levados de um lugar para outro.
Talvez um dos únicos diferenciais do jogo Dragon Quest VIII é o sistema de Dia e Noite. Apesar do recurso já ter sido utilizado em outros games, aqui algumas missões e principalmente lojas da cidade só funcionarão durante o dia. Também é possível notar que a noite, os monstros são um pouco mais fortes do que durante o dia.
Controles estranhos são uma das únicas deficiências do jogo (Foto: Divulgação)Controles estranhos são uma das únicas deficiências do jogo (Foto: Divulgação)
Em um certo ponto do jogo, o jogador irá receber um pote de alquimia. Esse pote permitirá combinar itens. Algumas combinações demoram bastante tempo. Para encontrar dicas de como fazer as combinações, o jogador deverá recorrer a vários livros e panfletos escondidos.
Dragon Quest VIII ainda conta com um modo arena escondido. Nele, o jogador pode utilizar monstros, derrotados durante o jogo, em combates em uma arena. Contudo, esse modo é mais dedicado a diversão e não tem impacto direto no desenrolar do game.

Comandos e estilo de visualização polêmicos

Algumas coisas pesam negativamente contra esse clássico. Embora seja indiscutível sua qualidade no PS2, nos smartphones e tablets, muitas pessoas não gostaram do modo como visualizar o jogo. O modelo de visualização adotado foi com o celular ou tablet na posição vertical.
Em um smartphone, esse tipo de jogabilidade até faz sentido, mas em um tablet, para um RPG, é algo bastante cansativo, devido a sessões de jogo demoradas. Visivelmente, o jogo não aproveita o tamanho da tela dos tablets e tudo parece grande demais.
Os controles também são bastante deficientes. Alguns menus são confusos, e precisam de atenção extra no começo do jogo. Leva um tempo até se acostumar aos comandos de Dragon Quest VIII, e não estamos falando de pouco tempo.
Visual de cair o queixo (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)Visual de cair o queixo (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)

Jornada longa

Seguindo apenas os eventos principais, Dragon Quest VIII irá consumir facilmente 50 horas da sua vida. Para completar tudo que há no game, serão necessárias outras 50. Longe de ser maçante, essa longa aventura demonstra que o jogo se paga muito bem.
Mas o começo poderá enganar jogadores que buscam uma diversão casual, Isso por que as batalhas são aleatórias e no começo, você deverá cobrir todas as distâncias a pé. Mas lá pelas três horas de jogo, já é possível adquirir a magia “Zoom” do seu herói, que possibilitará voar de um lugar para outro, economizando muito tempo.

Conclusão

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King é um jogo que só pode ser criticado pelos controles e modo de visualização, nunca pelo seu preço. Clássico em cada elemento presente na tela, o game é uma prova de que jogos de RPG são excelentes nos smartphones e a nova geração de aparelhos já está pronta para mais clássicos do PlayStation 2.


REVIEW PLANTS VS. ZOMBIES: GARDEN WARFARE

Plants vs Zombies: Garden Warfare é o novo game da série da PopCap que fez fama nos smartphones e tablets. Lançado para Xbox One e 360, o jogo abandona o estilo tower defense visto em suas últimas versões para se transformar em um shooter em terceira pessoa, com fortes influências de Battlefield. Será que as plantas e zumbis têm potencial para fazer bonito nos campos de batalha tridimensionais? Confira na análise:
Review: Plants vs Zombies: Garden Warfare coloca personagens frente a frente em shooter multiplayer (Foto: Divulgação)Plants vs Zombies coloca personagens em shooter multiplayer (Foto: Divulgação)

Guerra de quintal

Não dá pra negar. É difícil não olhar com desconfiança para um jogo competitivo que coloca mortos vivos enfrentando vegetais em arenas coloridas e recheadas de obstáculos. A nova investida da PopCap em parceria com a Eletronic Arts dispensa qualquer modo de campanha, e arremessa os jogadores diretamente nos caóticos mapas inspirados nos games da série, que vão de meros jardins a assustadores cemitérios.
Garden Warfare é essencialmente um jogo de tiro em terceira pessoa, que usa o mesmo motor gráfico de Battlefield para dar vida a girassóis, batatas e tantas outras figuras peculiares do game. Nos modos de jogo, é possível disputar partidas mais simples, como as de mata-mata, até modalidades mais complicadas, como o Jardins e Cemitérios, que funciona exatamente como o Rush, visto nas últimas edições do shooter militar da Dice.
Há ainda o modo Operação Jardim, que desafia os jogadores a defenderem o seu jardim contra a investida de diversas ondas de zumbis, que se tornam cada vez mais fortes. Para isso, é possível preencher o cenário com plantas  que auxiliam na contenção dos mortos-vivos.
Explosões são partes constantes da paisagem de Garden Warfare (Foto: Reprodução/Murilo Molina)Explosões são constantes em Garden Warfare (Foto: Reprodução)

Raízes afiadas

Só quando uma partida de Garden Warfare começa, é possível deixar de lado qualquer porém e entender a que o jogo veio. Os que esperavam um game simplificado e raso deve se surpreender com o leque de opções, que conta com mapas interessantes e bem construídos, classes distintas e equilibradas e uma enorme variedade de acessórios para customizar os personagens.
Habilidades especiais tornam a disputa ainda mais divertida (Foto: Reprodução/Murilo Molina)Habilidades tornam a disputa mais divertida (Foto: Reprodução)
Ao cumprirem pequenas tarefas, as classes diferentes (representadas por plantas ou zumbis de diversos tipos) desbloqueiam novas habilidades. O Cacto, por exemplo, ganha minas, a possibilidade de criar barreiras e um drone que pode sobrevoar os mapas. Zumbis como o soldado básico recebem granadas de fumaça e lançadores de mísseis. Cada uma das habilidades tem uma barra de uso, que limita a ativação.
Os controles são extremamente precisos e bem implementados, não devendo nem mesmo para grandes shooters como Call of Duty e Battlefield. O esquema de comandos, inclusive, é bastante parecido, contando com botões de disparo, mira, salto e recarga, além das habilidades configuraras para os botões de ombro do controle.
É possível customizar o personagem com diversos itens (Foto: Reprodução/Murilo Molina)É possível customizar o personagem com itens (Foto: Reprodução)

Estreia tridimensional

Em sua apresentação, Garden Warfare reserva aos jogadores uma das experiências visuais mais interessantes dos últimos tempos. É impressionante o nível de detalhamento alcançado nos modelos 3D de plantas e zumbis, que são coloridos e bem animados.
Os cenários também não deixam a desejar, com diversos elementos destrutíveis e texturas de ótima qualidade, especialmente na versão para Xbox One. O visual cartunesco permite um bonito contraste entre as cores fortes e vibrantes do game, deixando tudo mais vivo.
A trilha musical é toda baseada nas faixas que embalam os dois primeiros games e fazem um bom trabalho ao criar o clima para a batalha entre plantas e zumbis. Os personagens também possuem grunhidos próprios, que apesar que bastante simples, servem para adicionar uma pitada de carisma.
Gráficos bonitos e coloridos caíram bem ao game (Foto: Reprodução/Murilo Molina)Gráficos bonitos e coloridos caíram bem ao game (Foto: Reprodução)

Cartas e tela dividida

Para esquentar a disputa, o game conta com um sistema de pacotes de cartas parecido com os vistos em Fifa Ultimate Team. Ao jogar algumas partidas, os jogadores juntam moedas que podem ser trocadas pelos pacotes, que contém cartas para personalização das unidades e até novos personagens.
Ainda é possível encontrar consumíveis, que servem para facilitar as coisas nos modos Operação Jardim e Jardins e Cemitérios. Girassóis que recuperam vida perdida e unidades de artilharia são só algumas das opções.
Aqueles que curtem a boa e velha jogatina presencial com um amigo podem aproveitar o modo de tela dividida, onde é preciso lutar contra ondas infinitas de zumbis, que se tornam cada vez mais perigosas. O modo não é muito variado, mas certamente deve divertir os jogadores por um bom tempo, devido ao desafio elevado.

Conclusão

Plants vs Zombies: Garden Warfare apresenta uma mudança divertida e bem vinda à já bem estabelecida série. Com incrível variedade de estratégias, mapas bem construídos e a injeção de carisma vinda dos personagens da PopCap, o game chega como uma bela opção para os adeptos de jogos de tiro competitivos ou fãs da série. Vale conferir.

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