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GTA 5: criador de Capture Jobs chega dia 11 e oferece GTA$ em dobro

GTA Online, o modo multiplayer de GTA 5 para Xbox 360 e PlayStation 3, receberá uma nova adição à ferramenta de criação de conteúdo no próximo dia 11. Jogadores poderão utilizar a novidade para criar seus próprios Capture Jobs e distribuí-los para outros usuários através do serviço Rockstar Games Social Club.
GTA Online recebe ferramenta que permite criar Capture Jobs (Foto: Divulgação)GTA Online recebe ferramenta que permite criar Capture Jobs (Foto: Divulgação)
A atualização no criador de conteúdo permitirá que jogadores criem todos os 4 tipos de Capture Jobs: Contend, GTA, Hold e Raid, cada um com suas características específicas. Para incentivar jogadores a experimentá-los, a produtora Rockstar anunciou que dará o dobro de recompensas em GTA$ e RP para quem completar essas missões.
A empresa também recomendou que usuários confiram 6 missões já criadas utilizando a nova opção da ferramenta para que possam ter uma ideia do potencial contido nesta novidade. As missões são: Salty Snatch, All Abhorred, Field of Screams, Freight Flight, High Road e Wargames.
Enquanto isso a atualização 1.12, já disponível, trouxe novidades como a possibilidade de ligar para Lester e subornar policiais para que façam vista grossa para os crimes, além de um sistema onde você pode votar em conteúdo criado e ganhar RP por isso.

LEGO The Hobbit: o novo game foi testado; confira algumas impressões

Lego The Hobbit demorou um pouco, mas a Lego viu a oportunidade: assim como fizeram com a franquia O Senhor dos Anéis, perceberam que poderiam fazer outro game baseado em blocos de montar com o prelúdio mais famoso da literatura ficcional. O TechTudo teve a chance de testar o mais novo produto digital da marca, e não há outra forma de expressar o choque: às vezes, mais é, de fato, menos. Veja as nossas primeiras impressões sobre o game:
Lego The Hobbit (Foto: Divulgação)Lego The Hobbit (Foto: Divulgação)

O melhor dessa geração
Dando um passo para trás, no entanto, o jogo é impressionante do ponto de vista técnico, com tanto ou mais aprumo visual que o recente Lego Marvel Super Heroes. Logo no menu principal, isso é notável, com uma riquíssima encenação do primeiro filme ao fundo, brincadeiras com planos focais e um sentimento de familiaridade aconchegante com a franquia Hobbit. Não há dúvidas, esta é a melhor representação possível do universo de Tolkien com blocos de montar. O fato de o jogo ter legendas em português do Brasil ajuda muito, também.
A parte sonora acompanha essa onda nostálgica, tirando quase todo o material direto dos filmes. Assim, as músicas não são nada menos que fantásticas, com composições orquestradas aventurosas, divertidas e épicas se alternando conforme o momento. Efeitos sonoros, também retirados do filme, são uma outra história: por serem realistas demais num universo de brinquedo, acabam passando uma sensação de paródia para a coisa toda.
O demo em si reencena o miolo do primeiro filme, no covil do Rei Goblin, em que o grupo de anões começa encurralado na praça real e engaja uma fuga espirituosa com a ajuda de Gandalf. Há algo de muito estranho em ver, sobrepostos, os diálogos do filme com bonecos de plástico falantes, pois enquanto os primeiros são sérios e épicos, os segundos são, bem… blocos de montar. Bonecos falantes se tornaram norma já em games anteriores, mas neste caso a combinação é especialmente estranha.
Com tantos protagonistas, o jogo acaba se tornando inapropriadamente exigente (Foto: Divulgação/Lego)Com tantos protagonistas, o jogo acaba se tornando inapropriadamente exigente (Foto: Divulgação/Lego)
Além da pancadaria típica dos jogos da Lego, o jogo baseado em O Hobbit tenta se diferenciar de seus antecessores por três vias. Primeiro, tem mais de uma dezena de protagonistas, todos alternando o centro do palco ao longo do jogo. Segundo, tenta inovar ao aumentar de forma notável a complexidade dos cenários, que apresentam mais desafios e puzzles ao jogador que em qualquer jogo anterior da série.
Terceiro e mais estranho, é o novo modo de construção de objetos, que dá um tempo para o jogador identificar as peças corretas de cada estrutura que precisa para progredir em um determinado ponto da fase.
Toda essa inovação é equilibrada por elementos já estabelecidos dos jogos Lego, como o desafio de acumular peças, as mecânicas do gênero action adventure e os inúmeros bonecos disponíveis para seleção, que vão se destravando ao longo das fases e sugerem uma enorme oportunidade de retorno a níveis anteriores para a descoberta de segredos. Nesse sentido, qualquer jogador habituado com os bonecos de cabeça amarela vão se sentir em casa.
O pior da próxima
A dublagem dramática de Gandalf em conjunto com o visual infantil causa certo estranhamento, a principio (Foto: Divulgação/Lego)A dublagem dramática de Gandalf em conjunto com o visual infantil causa certo estranhamento, a principio (Foto: Divulgação/Lego)
Por tudo o que fez certo, contudo, Lego The Hobbit acaba se provando uma experiência arrastada, e tudo por conta de tentar fazer coisas demais. De cara, o jogo apresenta um contraste feio ao ensaiar grandes cenários e efeitos especiais com hardware ultrapassado, que acaba tragicamente em baixa resolução (os 720p são notáveis) e pixelização. Isso não é melhorado pelas quedas eventuais na taxa de quadros, que tornam as cenas mais povoadas (que são muitas) momentos travados, com muita confusão visual.
Esse espírito se estende ao combate, que pega a fórmula bem estabelecida de Lego e a estufa com QTEs mal explicados, ações conjuntas, puzzles cooperativos, armas sem mira automática e combos que nunca são bem explicados. Literalmente, a primeira hora de jogo serve apenas para que o jogador entenda o que está acontecendo com o mapeamento de comandos, pois são tantos, e tão diversos, que precisariam de um longo tutorial para um mínimo de satisfação.
Alguns inclusive se confundem, com o mesmo botão sendo usado para golpes corpo a corpo rápidos e ativação de golpes a longa distância que exigem mira, outro botão definido para golpes fortes ou carregados, e armas desequilibradas que tornam alguns personagens invencíveis e outros inúteis.
O capricho no visual é muito prejudicado pelas limitações do X360 e do PS3 (Foto: Divulgação/Lego)O capricho no visual é muito prejudicado pelas limitações do X360 e do PS3 (Foto: Divulgação/Lego)
Falando em personagens existem muitos em tela. Muitos mesmo! Ainda que esta seja uma adaptação do livro, não seria necessário dar controle de todos ao mesmo tempo ao jogador, e muito menos diferenciar todos eles como numa partida caótica de Lost Vikings. Cada puzzle do jogo, que aparecem um atrás do outro, só pode ser resolvido por um ou dois personagens, e cada personagem carrega duas armas diferentes, cada uma com vários comandos.
Desvendar os puzzles se torna uma grande tarefa de tentativa e erro e desacelera o jogo dramaticamente. Para piorar, alguns puzzles ainda exigem a participação de dois personagens e adivinhe só, nem todos os bonecos disponíveis servem para cada posição, e nem todo puzzle envolve apertar o mesmo botão no mesmo tipo de lugar. O resultado é uma jogabilidade atravancada, que tenta imitar o filme com todas as forças e acaba virando uma grande bagunça.
Mesmo os cenários carregam esse capricho excessivo num nível prejudicial, mostrando muitos caminhos alternativos que na verdade são apenas parte da decoração, ou pequenas interações que se tornam complicadas. Tudo isso, certamente, só não é mais frustrante que a grande quantidade de barreiras invisíveis espalhadas pelo game de forma arbitrária, evidenciando a tentativa de criar um cenário grandioso e aberto onde há na verdade apenas corredores. Tudo é muito confuso.
Muito cacique pra pouco índio
Lego The Hobbit é a evidência de seu momento, uma mistura de mentalidades da antiga e da nova geração em que o conflito fica óbvio. O jogo sofre de um mal de ambição, tentando muito com poucos recursos.
E isso não aplica apenas ao visual serrilhado ou às quedas na taxa de quadros que se espalham pela experiência de Lego The Hobbit, mas em sua própria essência, que tenta de tudo um pouco de forma apressada. Ainda que seja possível relevar alguns desses problemas como se partes de um demo em beta (à qual tivemos acesso), pouco deve mudar nos últimos instantes de produção.
Confira o trailer do game:

World of Warcraft: conheça os principais livros e sua relação com os games

World of Warcraft é um game para PC de enorme sucesso, o que já lhe rendeu adaptações em outras mídias, como a literatura. Hoje a saga já conta com dezenas de livros e histórias em quadrinhos lançadas e outras mais em produção. Abaixo você vai conferir um apanhado deste segmento, com partes do que já foi lançado no Brasil. Assim é possível conferir e correr atrás para ficar por dentro da grande história que envolve o MMORPG da Blizzard. Confira:
World of Warcraft possuem livros que complementam a saga (Foto: Divulgação)World of Warcraft possuem livros que complementam a saga (Foto: Divulgação)
O início de tudo
Os livros de World of Warcraft, na verdade, englobam toda a história da saga, desde a época em que o jogo era apenas chamado de “Warcraft”, de estratégia para PC. Alguns dos livros que compõem esta parte são a trilogia “War of the Ancients”, formada pelos romances The Well of Eternity (2004), The Demon Soul (2004) e The Sundering (2005). Estes, na verdade, contam uma história que se passa antes mesmo do primeiríssimo game, durante a primeira invasão da Burning Legion a Azeroth, mas infelizmente ainda não foram publicados no Brasil.
Livros que compõem a trilogia War of the Ancients (Foto: Reprodução/Paragon)Livros que compõem a trilogia War of the Ancients (Foto: Divulgação)
Antes da saga War of the Ancients vieram publicações que contavam mais um pouco sobre alguns personagens, entre os anos de 2001 e 2002, quando a Blizzard já preparava terreno para o lançamento de World of Warcraft. Igualmente, tais livros também não foram lançados por aqui até o momento.
A saga começa no Brasil
O primeiro livro recente que o público brasileiro pôde conferir foi World of Warcraft: Marés da Guerra, de 2012, com uma história que se situa antes do lançamento da expansão Mists of Pandaria e é focada na maga humana Jaina Proudmore, que vivencia de perto os conflitos entre Horda e Aliança e precisa fazer de tudo para apaziguar algo que pode levar Azeroth à destruição. 
Nome: World of Warcraft: Marés da Guerra
Editora: Galera Record
Páginas: 350
Preço: R$ 38 

Alguns dos livros de WoW publicados no Brasil (Foto: Divulgação)Alguns dos livros de WoW publicados no Brasil (Foto: Divulgação)
Nome: World of Warcraft: Sombras da Horda
Editora: Galera Record
Páginas: 294
Preço: R$ 35 

A sequência direta, lançada em 2013, é World of Wacraft: Sombras da Horda, que também possui relação com Mists of Pandaria. Aqui a estrela principal é Vol’Jin, troll e chefe guerreiro da Horda, que vai até o continente de Pandaria e encara uma ameaça de assassinato vinda de suas próprias fileiras. A história tem muitas reviravoltas e ainda conta com algumas alianças inesperadas, já que Vol’Jin conta com a ajuda de alguns pandaren para combater seus inimigos mais mortais.
Um retorno no tempo
World of Warcraft A Ruptura: Prelúdio de Cataclismo chegou ao Brasil também em 2013, mas conta uma história em separado do que vimos nos dois livros anteriores, ainda da época da expansão Cataclysm. Aqui o chefe guerreiro da horda ainda é Thrall, que começa a ter visões do Cataclismo que está por vir, que culminaria na invasão do dragão Deathwing e toda a desgraça que ele iria trazer a Azeroth, como terremotos, secas, enchentes e outras desgraças naturais. 
Nome: World of Warcraft – A Ruptura: Prelúdio de Cataclismo
Editora: Galera Record
Páginas: 339
Preço: R$ 35

Livros de World of Warcraft contam com muitos personagens dos games (Foto: Divulgação)Livros de World of Warcraft contam com muitos personagens dos games (Foto: Divulgação)
Nome: World of Warcraft: Alvorada dos Aspectos
Editora: Galera Record
Páginas: 335
Preço: R$ 38

O mais recente dos livros publicados no Brasil é World of Warcraft: Alvorada dos Aspectos, que é também o mais recente em ordem cronológica publicado nos EUA. Nele vemos a saga de Kalecgos, o mais jovem dos antigos Aspectos Dracônicos, que está sem poderes e precisa enfrentar uma jornada para redescobrir o seu passado. A saga envolve ainda o temível Galakrond, que aparece muito pouco nos jogos, mas é uma criatura que pode dar um fim à raça dos antigos Aspectos.
Quadrinhos e mangás
World of Warcraft possui ainda uma linha de quadrinhos norte-americanos e no estilo de mangá japonês publicados no Brasil e no mundo. Por aqui alguns dos mais populares foram lançados há alguns anos, como uma mini série inicial e uma série de encadernados que foram lançados em seguida. Esta saga conta a história de Lo’Gosh, também conhecido como o rei Varian Wrynn anos mais tarde, uma das figuras mais importantes para a saga do jogo.
Saga de WoW em quadrinhos que foi publicada no Brasil (Foto: Divulgação)Saga de WoW em quadrinhos que foi publicada no Brasil (Foto: Divulgação)
Lo’Gosh é uma espécie de “Conan, o Bárbaro” das histórias de WoW, mas estes quadrinhos publicados no Brasil contam sua história principal até a sua ascensão ao trono. Esta saga, publicada ao longo de quatro encadernados no Brasil – Estranhos em Terra Estranha, O Retorno do Rei, Ventos da Guerra e Uma Nova Aliança – envolve ainda outros importantes personagens da série, como o chefe guerreiro Thrall, o elfo sombrio Broll e a elfa sangrenta Valeera.
Já nos mangás, os fãs puderam conferir algumas obras no Brasil, inclusive algumas delas desenhadas por brasileiros, mas a principal série é a Trilogia da Fonte do Sol, uma saga em três pequenos livros que contava a história que antecede o atual presente dos elfos sangrentos. A história envolve Anveena, uma bela e jovem garota que tem um poder misterioso, e o dragão Kalec, que pode assumir forma humana.
A Trilogia da Fonte do sol (Foto: Felipe Vinha)A Trilogia da Fonte do sol (Foto: Reprodução)
Apesar de mostrar eventos que fazem relação com World of Warcraft, esta saga em mangá é chamada apenas de “Warcraft”, possivelmente por ainda se desenvolver em um passado não muito distante da história do game. Além dessa publicação, a série “Lendas” foi uma compilação em diversos capítulos e de várias histórias menores com o traço no estilo japonês.
Complementos da história
Todas as publicações literárias de World of Warcraft servem como uma extensão do jogo que você aproveita no computador. Livros, mangás ou gibis, todos contam histórias que nem sempre ganham espaço no game e, assim, o jogador passa a ter o papel de leitor e encara a saga de uma forma diferente.
Sente-se e aproveite os livros de World of Warcraft (Foto: Divulgação)Sente-se e aproveite os livros de World of Warcraft (Foto: Divulgação)
É interessante pensar que, enquanto você lê um livro da série, pode interpretar que ao mesmo tempo o seu personagem possa estar em uma biblioteca dentro do game e lendo um livro que narra fatos históricos do mundo onde vive. Não há nada melhor do que aproveitar ainda mais deste grande jogo e se envolver melhor em sua enorme saga

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